P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/ P2S Tecnologia - ERP, Sistema de Gestão, Consultoria, Sistemas Web e Desenvolvimento de Software Thu, 16 Feb 2012 14:00:00 +0000 pt-br dayly 1 Preços de produtos vendidos pela internet têm deflação de 10% em 2011, indica Fipe http://www.p2s.com.br/noticia/precos-de-produtos-vendidos-pela-internet-tem-deflacao-de-10-em-2011-indica-fipe Thu, 16 Feb 2012 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p=  Fonte: TI Inside Online 

O Índice Fipe/Buscapé aponta que os preços ao consumidor no comércio eletrônico apresentaram deflação acumulada de 9,73% no ano passado. No período, que vai de janeiro de 2011 a janeiro de 2012, observou-se uma queda mensal dos preços em dez meses, e somente em agosto de 2011(0,59%) e neste mês de janeiro (0,90%) houve aumentos de preços.

Das 151 subcategorias pesquisadas, 127 (84% do total) tiveram queda média de preço de 10,3%, e apenas 24 tiveram um discreto aumento médio de preço de 3,1%. Dentre elas, a que mais teve queda foi telefonia (-18,1%), fortemente influenciada pelos celulares, cujos preços caíram 20,1%. Em seguida estão os eletrônicos (-16,7%), com destaque para televisores (-17,7%), blu-ray players (-22,5%) e GPS (-15,6%).

O grupo de eletrodomésticos – que disputa com eletrônicos o orçamento do consumidor no segmento de bens duráveis – teve queda de preço de -6,2% no período. A redução do IPI de refrigeradores (15% para 5%), lavadoras (20% para 10%) e fogões (4% para 0) implicou em uma queda marginal de preços de -6,2%, -6,7% e -2,5%, respectivamente, para estes produtos no mês de dezembro/11.

No mês de janeiro, a variação mensal do Índice Fipe/Buscapé foi de 0,90%, atipicamente elevada face às quedas de preços dos dez meses anteriores – em agosto houve alta de 0,59%. Considerando-se o peso na composição do índice, os produtos cujas variações de preços tiveram mais impacto para o aumento geral em 12 meses foram: condicionador de ar (2,81%), PC (2,23%), notebook (2,01%), refrigerador (1,92%) e lavadora de roupa (1,89%).

 

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Vendas no varejo online crescem 17% em São Paulo http://www.p2s.com.br/noticia/vendas-no-varejo-online-crescem-17-em-sao-paulo Tue, 14 Feb 2012 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p=  Fonte: TI Inside Online

 

As vendas no varejo online na região metropolitana de São Paulo registraram aumento de 17% no ano passado, totalizando R$ 3,079 bilhões, enquanto o comércio varejista tradicional contabilizou R$ 151,4 bilhões, alta de 3,1% em relação a 2010, de acordo com levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em conjunto com a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já no mês de dezembro de 2011 o faturamento do varejo como um todo atingiu R$ 15,7 bilhões com aumento de 3,5% das vendas reais frente ao mesmo mês de 2010.

Em termos percentuais, a expansão do e-commerce foi cerca de 15% maior que a do varejo tradicional, cujo aumento foi de 2,8%. O bom desempenho ao longo do ano passado é atribuído, além de ao crescimento de dois dígitos nas vendas do comércio eletrônico, a alta de 9,3% nas vendas das lojas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Na comparação entre dezembro e novembro de 2011, os dois grupos apresentaram expansão de 5,6% e 33,6%, respectivamente. Outra categoria que apresentou bom resultado no acumulado de 2011 foi o de lojas de móveis (7,6%). Apenas no mês de dezembro o grupo assinalou alta de 16%.

Para a Fecomercio-SP, os dados apurados confirmam as previsões quanto ao bom desempenho de vendas do Natal, embora abaixo dos padrões observados em 2010. Para este ano, apesar da convergência de opiniões a respeito de uma eventual desaceleração nas vendas, a entidade avalia que os resultados podem surpreender devido ao expressivo aumento do salário mínimo e a queda na taxa de juros ao consumidor.

 

 

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Automação comercial: uma estratégia que vai além das obrigatoriedades fiscais http://www.p2s.com.br/noticia/automacao-comercial-uma-estrategia-que-vai-alem-das-obrigatoriedades-fiscais Fri, 13 Jan 2012 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Fonte: TI Inside Online

 O varejo tornou-se um segmento privilegiado dentre os demais, visto que hoje temos inúmeros e crescentes estudos para definir estratégias de gestão. Uma variedade de reflexões em relação às estratégias de marketing surge única e exclusivamente para superar as expectativas do novo consumidor 2.0, que são temidos por suas exigências e, assim, estimulam a concorrência a oferecer o melhor produto, na hora e local exatos. Ressaltando, ainda, a imperativa “sob o menor preço praticado pelo mercado”. Ou seja, o consumidor exige e, para satisfazer as suas necessidades, o varejo acata.
Diante deste cenário, o empresário varejista deve repensar as demais estratégias da empresa, ou seja, o cliente sempre tem razão e somente por isso as empresas existem. Mas, como gerir todas as áreas da empresa propondo estratégias voltadas à gestão logística, mensuração de estoques, prevenção a perdas, gestão de preços atrativos, relacionamento com fornecedores e ainda ser competitivo (top of mind) para os consumidores 2.0? Desesperador? Felizmente, não!
Nos últimos anos, os investimentos na gestão de negócios varejistas são crescentes e, deste modo, a automação comercial tem crescido exponencialmente. O que era visto como custo para a empresa obrigada ao atendimento à legislação fisco-tributária dos Estados transformou-se numa poderosa ferramenta que armazena todos os dígitos de crédito e débito da empresa.
Atualmente, esse conjunto de números armazenado é denominado como informações gerenciais, as quais possibilitarão ao empresário varejista a tomada de decisões estratégicas diante de cenários críticos ou não, seja entre a empresa e seus clientes, a empresa e fornecedores de mercadorias, a empresa e os concorrentes globais, bem entre a empresa e o governo.
O empresário varejista deve ter uma visão de mercado que vai além da obrigação em atender às legislações: PAF-ECF, SPED Fiscal e EFD-PIS/Cofins.
A gestão do comércio varejista e a definição de estratégias para vencer não devem estar dissociadas dos investimentos em automação comercial. Tais investimentos são a garantia de um controle rápido e seguro sobre os mais diversos tipos de vendas e recebimentos, atividades e operações da empresa.

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SP proíbe empresas em débito de emitir nota fiscal eletrônica http://www.p2s.com.br/noticia/sp-proibe-empresas-em-debito-de-emitir-nota-fiscal-eletronica Mon, 09 Jan 2012 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Mais de 50% dos e-consumidores têm gasto médio de até R$ 500 http://www.p2s.com.br/noticia/mais-de-50-dos-e-consumidores-tem-gasto-medio-de-ate-r-500 Thu, 24 Nov 2011 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p=  Fonte: TI Inside Online

 

Mais da metade dos brasileiros que realizam compras pela internet (54,2%) tem um gasto médio entre R$ 100 e R$ 500, de acordo com pesquisa encomendada à OH!Panel pelo Mercado Pago. O levantamento constatou que 21,6% dos usuários de comércio eletrônico estariam dispostos a desembolsar mais de R$ 1,5 mil. Além disso, revela ainda que 80% utilizam plataformas de pagamento para efetuar a compra – eles citam comos principais razões para o uso do e-commerce a comodidade (62,4%), segurança (60,6%) e confiança no sistema (50,8%).

Em relação aos produtos preferidos, 51,9% dos entrevistados informaram que comprariam eletrônicos usando meios de pagamento on-line, seguido por vestuário e acessórios (9,1%), informática (7,8%), música, filmes e livros (3,8%) e viagens e turismo (2,1%).

Para a pesquisa, foram entrevistados 1.023 brasileiros que usam serviços de comércio eletrônico. Ela foi realizada durante os meses de agosto e setembro deste ano.

"Os números da pesquisa comprovam a tendência de que os meios de pagamento on-line vão continuar a crescer exponencialmente e ganhar cada vez mais a confiança do consumidor. Chegamos a um nível de maturidade no comércio eletrônico que permite atingirmos números significativos na adoção dessas ferramentas", explica Marcelo Coelho, diretor do MercadoPago.

Além do Brasil, a pesquisa também foi aplicada na Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela. No tocante às vendas on-line, do total de entrevistados nos seis países, quatro em cada dez (37,7%) venderam produtos e serviços por meio da internet. Destes, sete em cada dez (71,7%) utilizaram plataformas de pagamento on-line para realizar as cobranças. Dos brasileiros, 46% venderam produtos e serviços via web ao menos uma vez no ano. Quando questionados sobre a experiência em usar meios de pagamento on-line, 66,5% dos entrevistados afirmaram que a experiência foi muito boa. Entre os motivos citados estão a comodidade (66,3%), rapidez (49,7%) e segurança (39,2%).

No que diz respeito ao tíquete médio aferido pelos vendedores on-line, 26,5% indicaram que fazem transações de até R$ 100 e 45%, entre R$ 100 e R$ 500. Quando questionados sobre o valor máximo que estariam dispostos a cobrar em uma venda on-line, 23,2% responderam entre R$ 101 e R$ 500 e 37%, mais de R$ 1,5 mil.

No Brasil, os produtos mais vendidos por meio de plataformas on-line de pagamento foram eletrônicos (53,1%); vestuários e acessórios (16,4%); itens de computação (15,4%); automóveis (15,2%) e livros (10,9%).

 

 

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Contribuintes do Amazonas recebem alerta por não informarem GTIN na NF-e http://www.p2s.com.br/noticia/contribuintes-do-amazonas-recebem-alerta-por-nao-informarem-gtin-na-nf-e Tue, 22 Nov 2011 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Fonte: TI Inside Online

Os contribuintes que emitem a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) sem informar o código GTIN dos produtos começaram a receber um alerta fiscal da área de Atendimento On-Line sobre inclusão na malha fiscal da Secretaria da Fazenda do Amazonas.
O preenchimento do GTIN, que é o antigo código de barras EAN , tornou-se obrigatório a partir de 1º de julho, por força do Ajuste Sinief 16/2010.
Para o contribuinte verificar se o produto possui GTIN, basta conferir o código de barras na própria embalagem da mercadoria ou contatar seu fornecedor.
Somente se o produto não possuir código GTIN é que não haverá necessidade de preenchimento deste campo na NF-e.
Se a omissão persistir, após o dia 15 de dezembro ocorrerá perda do prazo de recolhimento de que trata o Regulamento do ICMS (RICMS), bem como a aplicação das penalidades fiscais cabíveis.
A Secretaria da Fazenda informa que para acessar o Atendimento On-Line com certificado digital, o contribuinte não precisa fazer nenhum tipo de cadastro.
A respeito do Atendimento On-Line, a Secretaria da Fazenda faz os seguintes esclarecimentos:
1- Quem irá precisar de certificado digital para acessar o Atendimento On-Line?
No primeiro momento apenas os emissores de NF-e.
2. Será permitido o uso da inscrição e senha?
Não, apenas o certificado digital.
3- É necessário comprar um certificado digital novo?
Se o contribuinte possuir um certificado digital não haverá necessidade. Pode ser o mesmo utilizado na NF-e ou para acessar os serviços da Receita Federal. Se preferir, o contribuinte poderá adquirir um certificado para acesso ao Atendimento On-Line.
4- Na empresa, vários colaboradores acessam o Atendimento On-Line, o que fazer?
Haverá a possibilidade de conceder uma procuração eletrônica a um colaborador. No entanto, o colaborador que recebeu a procuração deverá possuir um e-CPF.
5- Como conceder uma procuração?
Já está disponível no Atendimento On-Line a opção para conceder a procuração.
6- Será necessário certificado digital para conceder uma procuração?
Sim, o contribuinte deverá acessar o Atendimento On-Line fazendo uso de certificado digital para conceder a procuração eletrônica.
7- O contador precisa acessar o Atendimento On-Line, o que fazer?
O contribuinte deverá conceder uma procuração eletrônica para o contador.

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Crescimento acelerado do e-commerce requer maior segurança, dizem especialistas http://www.p2s.com.br/noticia/crescimento-acelerado-do-e-commerce-requer-maior-seguranca-dizem-especialistas Tue, 08 Nov 2011 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p=  Fonte: TI Inside Online

 

O aumento médio anual de 40% registrado nos últimos cinco anos pelo comércio eletrônico brasileiro tem exigido a ampliação da segurança nas transações efetuadas na esfera virtual, não só para os consumidores, como para as operadoras do setor, alertaram especialistas que participaram da décima oitava edição do Fórum Seprorj (Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro).

Segundo o presidente do sindicato, Benito Paret, o volume de operações na área de comércio eletrônico no país, estimado este ano em torno de R$ 40 bilhões, justifica a preocupação do setor em ampliar a segurança nas vendas para clientes e operadoras.

Ele destacou a importância de se ter mais controle sobre as operações comerciais realizadas na web. “E controles são em cima de você ter verificações para aquilo que vai fazer”, pontuou. A maior parte desses controles está ligada ao processo de segurança, comentou, de modo a preservar o sigilo das informações fornecidas pelos consumidores, que, em geral, estão vinculadas ao cartão de crédito.

Paret acredita que a ascensão de pessoas à classe média, observada no Brasil recentemente, contribui para elevar o número de usuários do comércio eletrônico, também conhecido como e-commerce. Até o final do ano, deverão ser vendidos no país 7 milhões de computadores, destacou.

“A popularização da internet confirma a tendência de aumento do comércio eletrônico. Portanto, isso é algo que tem de ser bastante discutido”, observou. Paret destacou a ainda a importância das questões legal e estratégica, na parte tecnológica, que está ligada aos meios de pagamento. “Temos que discutir a questão da logística da entrega e também da logística de vender o que você tem. Um dos problemas que nós temos tido é que você vende o que não tem. O sistema está meio fechado. A parte tecnológica precisa, realmente, ser aprofundada”, frisou.

Na opinião de Paret, a projeção de que haverá no Brasil, nos próximos três ou quatro anos, cerca de 40 milhões de usuários do comércio eletrônico, torna a questão “bastante assustadora, se não se tomar cuidado”. De acordo com dados do Seprorj, somente o conglomerado B2W, que reúne as lojas virtuais Americanas.com, Submarino e Shoptime, registrou prejuízo de R$ 22,5 milhões no primeiro semestre deste ano, além de dívidas relacionadas a problemas com entregas não realizadas em dezembro do ano passado. As informações são da Agência Brasil.


 

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Mercado brasileiro de TI deve movimentar US$ 95 bi neste ano http://www.p2s.com.br/noticia/mercado-brasileiro-de-ti-deve-movimentar-us-95-bi-neste-ano Fri, 04 Nov 2011 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p=  Fonte: TI Inside Online

O mercado brasileiro de TI, que movimentou o equivalente a US$ 85,1 bilhões em 2010, deve crescer cerca de 12% neste ano, atingindo receita de cerca de US$ 95 bilhões, revela pesquisa encomendada pela Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação).  Somando-se a área de telecomunicações, o setor de TIC contabilizou US$ 165,69 bilhões no ano passado.

Antonio Gil, Presidente da Brasscom, diz que a indústria nacional de TI deve, dependendo do que acontecer no cenário econômico mundial, manter o mesmo crescimento em 2012, com a expansão também ficando na casa de 12%. Segundo ele, o mercado interno brasileiro de TI hoje é o oitavo no mundo, com faturamento de US$ 82,7 bilhões, mas tem condições que subir para a sexta posição nos próximos dez anos. Gil citou como um dos principais fatores que impulsionarão o mercado braseleiro de TI no ano que vem a recente medida aprovada pela Câmara dos Deputados que reduziu a contribuição previdenciária do setor de TI de 20%, incidentes sobre a folha de pagamento, para 2,5% do faturamento das empresas. "Isso resultará em um cenário muito mais positivo para as empresas brasileiras de TI, contribuindo fortemente para a formalização do mercado e para o aumento da competitividade das delas”, acredita.

O executivo comentou ainda que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que contribuirá entre outras coisas para a formação de mão de obra capacitada em tecnologia da informação, deve ser outro motor do crescimento da indústria local de TI, possibilitando maior acesso a recursos de capacitação e profissionais qualificados. Segundo ele, o programa, que tem como meta qualificar 8 milhões de trabalhadores em todo Brasil, deve coontribuir para a formação de cerca de 500 mil profissionais somente na área de TI, o que é de suma importância para auxiliar o setor em um dos seus principais problemas, que é a falta de mão de obra qualificada.

Por fim, ele pontuou os investimentos a serem realizados em infraestrutura, principalmente de banda larga, mobilidade e computação em nuvem, como fatores que contribuíram bastante para o avanço deo mercado nacional de TI.

 

 

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Novas regras para validação da NF-e entram vigor na terça-feira, 1º http://www.p2s.com.br/noticia/novas-regras-para-validacao-da-nf-e-entram-vigor-na-terca-feira-1 Mon, 31 Oct 2011 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Fonte: TI Inside Online

 Na terça-feira, 1º de novembro, começam a vigorar as novas regras de validação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), definidas pela Nota Técnica 2011/004. Os contribuintes devem ficar atentos às alterações que foram introduzidas no procedimento.
Uma delas é a definição da validação do dígito verificador do GTIN (Numeração Global de Item Comercial), que é o código de barra, cujo preenchimento na NF-e tornou-se obrigatória a partir de julho deste ano.
O novo procedimento também amplia o prazo para a emissão da Carta de Correção Eletrônica (CC-e), para cinco anos a partir da emissão da NF-e, inclui novos Códigos Ficais de Operação e Prestação (CFOPs) e define o teto, por Secretaria da Fazenda, para o valor máximo da NF-e, visando diminuir as ocorrências de notas emitidas com valores absurdos.
Outras duas novidades são a alteração e exclusão de algumas regras de validação da NF-e para não rejeitar operações válidas, e a definição de procedimentos para preenchimento de informações das notas eletrônicas destinadas à Zona Franca de Manaus;
Além disso, o contribuinte devem inserir no documento fiscal a informação relativa ao IPI e ao Imposto de Importação nas notas eletrônicas de importação.
Os contribuintes que usam o programa emissor gratuito não necessitarão efetuar nenhum ajuste no software, pois as devidas alterações já foram promovidas pela Secretaria da Fazenda de São Paulo.

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São Paulo é incluído em ação que discute tributação de e-commerce http://www.p2s.com.br/noticia/sao-paulo-e-incluido-em-acao-que-discute-tributacao-de-e-commerce Tue, 13 Sep 2011 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= TI Inside Online

O estado de São Paulo foi admitido como amigo da Corte (amicus curiae) na ação direta de inconstitucionalidade (Adin 4628), processo que discute a tributação por ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas operações interestaduais em que o consumidor final adquire a mercadoria por internet, telemarketing ou showroom. O pedido foi aceito pelo relator do processo, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux.

A ação foi ajuizada na Corte pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) contra o protocolo ICMS 21/2011, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que prevê a exigência de pagamento do imposto de acordo com a alíquota interestadual à unidade federada de destino da operação, mesmo nas hipóteses em que o consumidor não seja contribuinte do tributo. Para a CNC, o dispositivo questionado viola o artigo 155, parágrafo 2º, da Constituição Federal, ao ensejar a perspectiva de bitributação diante do recolhimento do imposto também no estado de origem.

O estado de São Paulo requereu o ingresso na condição de amigo da Corte, manifestando-se pela declaração de inconstitucionalidade do protocolo. Ao aceitar o pedido, o relator da ação, ministro Luiz Fux, disse que o estado de São Paulo é diretamente atingido pela sistemática instituída pelo protocolo do Confaz.

Diante da ?relevância da argumentação exposta na inicial?, o relator determinou, ainda, que sejam solicitadas informações no prazo comum de cinco dias às autoridades responsáveis pelo ato questionado. Na sequência, o ministro deu três dias sucessivos para que a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República se manifestem sobre o tema. Com estas informações, o ministro disse que deve levar o caso para que o Plenário decida sobre o pedido de liminar.

Além de São Paulo, admitido pelo relator no último dia 6, já integram a ação, na mesma condição de amici curiae, o Distrito Federal e 17 estados da federação: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe.

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