P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/ P2S Tecnologia - ERP, Sistema de Gestão, Consultoria, Sistemas Web e Desenvolvimento de Software Thu, 17 Apr 2014 14:00:00 +0000 pt-br dayly 1 Financiamento coletivo inspira e-commerce de moda http://www.p2s.com.br/noticia/financiamento-coletivo-inspira-e-commerce-de-moda Thu, 17 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p=  

Por Laura de Paula, especial para o Estado, e Renato Jakitas

 

De olho no avanço dos sites de financiamento coletivo, um grupo de empresários de São Paulo resolveu se inspirar no modelo para lançar nesta terça-feira, 15, uma loja virtual com foco em coleções de estilistas novatos. Batizado como The Stylist, eles investiram R$ 500 mil na ideia, que tem como inspiração o site americano Betabrand - startup que faturou US$ 3 milhões em 2013.

 

A operação funciona assim: para cada projeto de nova peça disponível no site há uma meta de encomendas que precisa ser alcançada em determinado prazo (por exemplo, 10 unidades em 30 dias). Nesse período de pré-venda, quem gostar da peça se cadastra, fornece as informações de pagamento, o endereço para entrega e pode acompanhar o status das vendas numa espécie de marcador dentro do site. Ao fim do prazo, os clientes recebem um e-mail informando se o produto será produzido ou não.

 

A confecção e a remessa da peça ficam por conta da startup, que remunera os estilistas com 20% dos royalties da venda. A empresa novata espera faturar R$ 1 milhão no primeiro ano de operação. A fabricação, conta Bruno Amaro, sócio e diretor executivo do site, será três vezes maior do que a demanda diretamente gerada durante a campanha de divulgação. A ideia com isso é criar um excedente de produção que permanecerá à venda no site, passando a integrar o portfólio da loja virtual enquanto perdurarem os estoques.

 

"Neste primeiro momento, vamos começar a operação com seis estilistas e 30 ofertas de produtos. Mas queremos chegar a 30 estilistas em seis meses", conta Amaro, que procurou profissionais da área de moda interessados em integrar a plataforma em universidades de São Paulo, Rio e Florianópolis. "Conversamos com professores e recebemos muitas indicações de estilistas já formados", diz o empresário, que estima um desembolso médio de R$ 150 para quem apoiar o estilista quando o produto estiver na fase do projeto e cerca de R$ 300 para as peças excedentes, aquelas que já foram confeccionadas.

 

Para Miriam Levinbook, coordenadora do curso de Negócios da Moda da Universidade Anhembi Morumbi, a ideia é interessante, tanto para o consumidor final, quanto para os estilistas novatos. O ponto de atenção, no entanto, vai para o controle da qualidade da produção, detalhe sensível nesse ramo. "É fundamental que o prometido seja entregue ao cliente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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Fonte: Portal Istoé Dinheiro

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Comércio mantém alta e vendas crescem 0,2% em fevereiro http://www.p2s.com.br/noticia/comercio-mantem-alta-e-vendas-crescem-02-em-fevereiro Wed, 16 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Vendas do varejo acumulam altas de 7,4% no ano e de 5,0% nos últimos 12 meses, informa IBGE. As vendas do comércio varejista subiram 0,2% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira, 15, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas consultados pela Agência Estado, que esperavam desde uma queda de 2,80% a uma alta de 1,00%, com mediana positiva de 0,30%.

 

Na comparação com fevereiro do ano passado, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 8,5% em fevereiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de expansão de 4,40% a 10,20%, com mediana de 8,30%. Até fevereiro, as vendas do varejo restrito acumulam altas de 7,4% no ano e de 5,0% nos últimos 12 meses.

 

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas caíram 1,6% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que esperavam desde queda de 3,20% a alta de 1,00%, com mediana negativa de 1,20%.

 

Na comparação com fevereiro do ano passado, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 8,4% em fevereiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de um aumento de 4,60% a 9,90%, com mediana de 6,35%. Até fevereiro, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam altas de 6,5% no ano e de 3,9% nos últimos 12 meses.

 

Média. O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito subiu 0,1% no trimestre encerrado em fevereiro. Já no varejo ampliado, o índice de média móvel trimestral das vendas caiu 0,4% no trimestre encerrado em fevereiro.

 

Revisão. O IBGE revisou o volume de vendas no varejo em dezembro ante novembro. A taxa passou de -0,2% para -0,3%. No varejo ampliado, a taxa de janeiro ante dezembro também foi revista, de 2,1% para 2,8%. A variação de dezembro ante novembro passou de -1,9% para -2,2%, enquanto a taxa de novembro ante outubro saiu de 0,8% para 1,2%, e a de outubro ante setembro passou de 1,7% para 1,6%.

 

Fonte: Portal Estadão 

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Comércio começa a aquecer para a Páscoa http://www.p2s.com.br/noticia/comercio-comeca-a-aquecer-para-a-pascoa Tue, 15 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Faltando três dias para o final de semana de feriado prolongado, com a Sexta-feira Santa e a Páscoa, a procura por produtos e alimentos típicos do período começa a se intensificar nas lojas e supermercados de Rio Preto. A Associação Paulista de Supermercados (Apas) está apostando no crescimento das vendas de produtos relacionados à Páscoa. No geral, espera-se que as vendas tenham alta de 7% em comparação ao mesmo período de 2013. Na categoria “chocolates”, espera-se uma elevação de 10% nas vendas, sendo que ano passado o setor supermercadista registrou um crescimento de 8% na mesma época.

 

Mas não são todos que estão otimistas. Conceição Aparecida Rodrigues Sartorelli, proprietária do empório Sartorelli diz acreditar numa movimentação semelhante a do ano passado. “O movimento até o fim da semana passada ficou bem abaixo do esperado. Na última sexta-feira começou a aumentar a procura”, diz. Entre os produtos mais procurados estão o tradicional bacalhau, o azeite e a azeitona portuguesa. 
“Além disso, os clientes aproveitam para comprar algumas castanhas. Nesta época, devido ao movimento mais intenso, aumenta a procura por nozes”, afirma Conceição. De acordo com Renato Martins, diretor regional da Apas, é normal que a última semana seja a mais movimentada em supermercados e outros estabelecimentos comerciais. “Até semana passada, o movimento seguiu normal, sem grandes alterações. Tradicionalmente, os consumidores deixam para comprar na última semana”. 


A Peixaria Rio Preto Pescados, que faz a distribuição de peixes em atacado e varejo, aposta alto no período. Segundo o gerente comercial da empresa, Fábio Rogério Pereira Gusman, a expectativa é de um crescimento de 30%. “Este ano, a Quaresma, a Semana Santa e a Páscoa caíram em um período muito favorável. No mês de abril, a maioria das obrigações dos consumidores com as contas de início de ano já acabaram, o que permite um gasto maior. Além disso, a data está no meio do mês, entre o pagamento e o vale”, analisa. 

Tilápia 
Apesar de o bacalhau ser o peixe tradicional para este período, a tilápia tem crescido no interesse dos consumidores. “Muita gente tem optado pela tilápia, por isso o peixe está conquistando o público. Ele é um pouco mais caro que outros filés, como o de merluza, mas é de qualidade e quase não tem espinhos”, afirma Fábio Rogério Pereira Gusman, gerente comercial da Peixaria Rio Preto Pescados. 


Na Peixaria Santa Marcelina, o bacalhau já não é o mais procurado, diz o proprietário Augusto Chaves Cardoso Martins. “O bacalhau perdeu um pouco da clientela este ano. As pessoas estão investindo mais em outros peixes, experimentando. A tilápia e o salmão são os principais". 

Pesquisa resulta em economia 
Além dos peixes, o ovo de páscoa também é o queridinho dos consumidores no período, mas é preciso ficar atendo aos preços. Em Rio Preto, de um supermercado para outro, eles podem variar até 38,14%. E os ovos serão os principais responsáveis pelos gastos dos brasileiros. Segundo pesquisa da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), eles serão responsáveis por 81,4% dos presentes. Em seguida aparecem bombons (31,7%) e bichos de pelúcia (2,8%). 


Em média, os brasileiros devem gastar R$ 99 com produtos de Páscoa este ano. Uma das opções, para economizar, é trocar o ovo de páscoa por barras ou caixas de bombons, afirma a Proteste Associação de Consumidores. É uma alternativa econômica para quem deseja gastar menos. Mas a entidade aconselha a pesquisa, mesmo que seja para barras, já que elas também ficam mais caras nesta época do ano devido à sazonalidade. 


No caso de optar o ovo de chocolate de qualquer forma, principalmente quando é preciso presentear uma criança, a Proteste alerta para que o consumidor adquira o produto pelo seu peso, e não pelo número impresso na embalagem, pois são encontrados ovos com a mesma numeração, mas pesos variados. 

Reduza os gastos na Páscoa:
- Planeje-se. Faça uma lista antecipada das pessoas para as quais você pretende dar ovos de Páscoa, colombas ou qualquer outro produto relacionado à Páscoa. A lista ajuda a comprar a quantidade certa e de uma só vez, evitando, assim, as tradicionais volta às compras em dias de muito movimento, onde se terá menor oferta, eventualmente maior preço e o risco eminente de comprar mais do que o necessário.

- Ao invés de comprar ovos para todos os amigos e familiares, que tal propor um amigo oculto?

- Pesquise, pesquise e pesquise muito. 
Fonte: Wilson Justo, diretor de Marketing da Sorocred 

 

 

Fonte Geral: Portal Diário Web 

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Serviços também pressionam a inflação http://www.p2s.com.br/noticia/servicos-tambem-pressionam-a-inflacao Mon, 14 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Além do choque dos alimentos que levou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, de março ao maior patamar para o mês em 11 anos, uma preocupação ronda Governo e economistas: a alta dos serviços. Os serviços bateram em 9,01% em 12 meses encerrados em março, a maior taxa desde o fim de 2011 e acima do IPCA para o período: 6,15%. Especialistas esperam para o fim do ano uma taxa em torno de 8,5%. 

 

E, diferentemente dos alimentos, não há previsão de uma desaceleração dos preços de itens como passagens áreas, empregado doméstico, aluguéis, mão de obra para reparos, hotéis e médicos - serviços que estão entre os que subiram mais nos últimos 12 meses. Para os alimentos (alta de 7,14% em 12 meses), é esperada uma freada em maio e até uma queda em junho. “Isso não vai ocorrer com os serviços. Quando os preços sobem, custam muito a cair. É um processo que pode levar anos porque não há concorrência (com importados, por exemplo) e a mão de obra só sobe”, diz Elson Teles, economista do Itaú.

 

Entre os 37 itens de serviços, apenas dois (motel e seguro de veículos) registram queda nos preços em 12 meses. Há três anos, os serviços, que representam um terço do consumo das famílias, superam a inflação e sobem acima de 8%. Os motivos principais, diz Teles, são mercado de trabalho aquecido, renda em alta (que turbinam o consumo) e reajuste do mínimo -este último com impacto no custo dos prestadores de serviço. Priscilla Burity, economista do Brasil Plural, afirma que a alta dos serviços “complica o cenário de inflação deste ano”.

 

Analistas já enxergam risco de o teto da meta da inflação de 6,5% não ser cumprido. Após a alta do IPCA do mês passado (0,92%), as estimativa foram corrigidas para cima -entre 6,2% e 6,5%. Outra fonte de temor são os preços controlados, que não vão ajudar tanto a segurar a inflação como em 2013, quando subiram só 1,5%. Isso apesar de o Governo deixar para 2015 boa parte do repasse para as tarifas do custo extra das termelétricas. O reajuste concedido à Cemig (14,24%) surpreendeu e especialistas consideraram alta da ordem 10% na energia neste ano. Se for confirmada a alta e o Governo não intervier no reajuste de outras distribuidoras, o conjunto dos preços monitorados deve subir entre 4,5% e 5% neste ano, ainda assim abaixo da inflação. (da Folha Press)

 

Fonte: Portal O Povo Online

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Treinamento e manutenção preventiva minimizam acidentes com guindastes http://www.p2s.com.br/noticia/treinamento-e-manutencao-preventiva-minimizam-acidentes-com-guindastes Fri, 11 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= De acordo com a Cunzolo, os riscos de falhas de operação são neutralizados com investimento em segurança, capacitação profissional, manutenção eficiente e plano de rigging. A segurança na operação com guindastes é hoje uma das preocupações no setor da construção no Brasil. Embora não haja estatísticas oficiais, dados catalogados apontam que mais de 90% dos acidentes com esses equipamentos decorrem de falhas humanas como imperícia, falta de planejamento, de supervisão, ausência de operadores qualificados, aumento de carga a ser içada, entre outras situações complexas.


Devido às consequências catastróficas de um acidente no uso desse equipamento, como o ocorrido na obra da Arena Corinthians em novembro do ano passado, o caminho é investir cada vez mais no treinamento dos profissionais envolvidos nas operações com guindastes, em plano de rigging visando a melhor performance operacional do equipamento e em manutenções preventivas eficazes.


"Antes de iniciar uma operação, técnicos de segurança da Cunzolo e da empresa contratante vão até o local da operação para avaliar o cenário, identificar riscos e aplicar todas as medidas de neutralização desses riscos", informa Marcos Cunzolo, diretor da Cunzolo, uma das principais empresas do mercado de movimentação de cargas pesadas e remoção industrial, que faz locação, serviços de movimentação de carga e plataformas aéreas para o estado de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As operações da empresa envolvem operações completas de içamento ou remoção industrial com estudos de rigging, transporte, carga e descarga. De acordo com o diretor, os treinamentos de segurança são frequentes aos colaboradores, que participam da campanha interna intitulada "Se não for seguro, eu não faço". Essas iniciativas garantem um baixo índice de acidentes no trabalho, tornando a segurança uma espécie de vício no cotidiano da empresa, seja nas ações do dia a dia, ou eventos e campanhas.


"Ao se tornar um colaborador da Cunzolo, todo funcionário passa por integração de segurança, sensibilização e conscientização sobre a importância de uso dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e forma segura de executar as tarefas", explica. Desde 2011, a empresa é membro do conselho do IPAF (International Powered Access Federation), organização sem fins lucrativos que desempenha papel de órgão regulador dos procedimentos de segurança em todo o mundo. Os Operadores de guindastes vem sendo treinados e certificados pelo IBC (Instituto Brasil Canadá), todos tiveram o Curso Segurança em Operação de Guindastes IPS (IPS Engenharia de Rigging), e ainda fizeram um curso de direção defensiva junto com os motoristas. Tudo isso é reforçado pelos DDS (diálogo de segurança) internos que em 2013 foram realizados em média 8 vezes por mês.


Marcos acrescenta que a expansão industrial, a necessidade de mobilização de grandes máquinas e peças industriais, as obras de engenharia civil e construção pesada, exigem operações rápidas e seguras de içamento e movimentação de carga. "Para isso, são utilizados guindastes de tecnologia moderna, dotados de recursos eletrônicos que embora garantam maior precisão e produtividade nos trabalhos, devem ser bem assimilados nas operações. Isso tornou urgente a preparação de mão-de-obra qualificada", diz.


De acordo com o Instituto Opus, programa da Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração), toda operação com guindaste exige um planejamento adequado que deve ser elaborado por um profissional competente para aquela situação específica. "O Plano de Rigging deve conter todas as informações básicas e todos os parâmetros de segurança estabelecidos por normas e pelo fabricante dos guindastes envolvidos em todas as fases operacionais, desde o transporte até o posicionamento final", explica o instrutor de rigger do Instituto Opus, Oswaldo Antonio Biltoveni.


Hoje, atendendo a solicitação dos usuários de guindastes, os fabricantes já começaram a simplificar a tecnologia embarcada para promover melhor interface com os operadores, tornando a eletrônica mais assimilável e com manutenção menos onerosa. "Se esses dispositivos forem muito sofisticados, o equipamento não é assimilado em todos os países, além de ser mais suscetível a panes quando trabalha em regiões com diferenças climáticas, como Amazonas, cidades litorâneas, que são úmidas e deterioram a eletrônica", explica Marcos Cunzolo. Mas, mesmo com essa simplificação, as operações com guindastes por si só são complexas, e exigem preparo profissional, treinamento e competência da empresa prestadora de serviço.

 
Manutenção eficaz é item de segurança


Para garantir o perfeito funcionamento dos equipamentos, que em nenhuma hipótese podem parar ou perder rendimento, devem ser realizadas manutenções frequentes para garantir disponibilidade aos clientes. "As plataformas de trabalho aéreo alugadas pela Cunzolo, por exemplo, passam por inspeção e manutenção preventiva a cada 250 horas de uso, retornando para uma nova vistoria sempre que retornam do cliente", informa Marcos, acrescentando que a empresa possui de um departamento específico para esse tipo de trabalho com profissionais de diferentes níveis técnicos.


Quando ficam locadas por período mais longo, os técnicos da Cunzolo vão até o cliente para realizar a inspeção e, caso detectem alguma irregularidade, fazem a manutenção corretiva e também a orientação e treinamento para que o cliente trabalhe da melhor forma, com segurança na operação e sem danificar o equipamento.


No caso dos guindastes e caminhões, operados por colaboradores da Cunzolo, é baixo o índice de manutenção corretiva. "As inspeções e manutenções preventivas destes equipamentos são realizadas a cada 500 horas de uso", completa.

 

Fonte: Portal Brasil Engenharia

 

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Copa do Mundo: dez dicas para varejistas explorarem o e-commerce http://www.p2s.com.br/noticia/copa-do-mundo-dez-dicas-para-varejistas-explorarem-o-e-commerce Thu, 10 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Planejamento, plataforma eficiente, meios de pagamento e preocupações com logística estão entre as recomendações de especialista.

 

 

Com a Copa do Mundo se aproximando, os varejistas virtuais se movimentam para atrair turistas e aumentar as oportunidades de negócios no período em que muitas pessoas vão acessar a internet em busca de serviços ou comprar produtos. Para ajudar lojistas a fazerem parte desse jogo especialista dá dicas de como os lojistas devem se preparar para incrementar as vendas online principalmente os pequenos e médios, que não contam com departamentos de TI para auxiliá-los nesse projeto.

 

Estudo da E-Bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, revela que o Brasil movimentou R$ 28 bilhões com as vendas online em 2013 e estima para este ano crescimento de 20% desse negócio. Segundo a entidade a Copa do Mundo é uma alavanca importante para essa taxa de aumento.

 

Marlon Pitoli, sócio e diretor executivo da Pitoli ADM, consultoria administradora de e-commerce, destaca que o comércio eletrônico é uma vantagem para o lojista que pretende expandir o seu negócio. Mas que é fundamental ter bom planejamento e tomar as decisões corretas. 

 

Veja a seguir as recomendações do especialista para incrementar o varejo virtual: 

 

1-Planejar

Tenha um plano de negócio. Vendas não ocorrem sozinhas. Expor o seu produto e esperar não é a melhor opção.  A criação de uma loja virtual pode se tornar tão complexa quanto a criação de uma loja física, independente de qual seja o seu ramo de atividade é preciso ter um bom planejamento. 

É preciso definir qual é o público, onde está, o que consome, comportamento e qual diferencial que irá oferecer. Além disso, tempo e valor de investimento são fundamentais. Não podemos esquecer das metas, que precisam ser realistas e também administrar qualquer despesa ou lucro.

 

2- Plataforma

A plataforma é indispensável. Atualmente diversas empresas oferecem esse serviço então, pesquisar e avaliar é fundamental para saber qual a melhor que se adequar ao seu negócio. As mais utilizadas são: Open Source e SaaS. 

Para loja virtuais com custos baixos e que não requer nenhum tipo de customização o SaaS (Software as a Service) é a mais recomendado, pois é um modelo de distribuição de software, na qual não é vendido e não precisa de instalação diretamente nas máquinas dos clientes, sendo necessário apenas uma conexão à internet.  

Já para e-commerce com alta necessidade de integração e customização a Open Source é a melhor opção. Tem controle absoluto roadmap (ferramenta onde é possível planejar, comunicar e ter uma visão futura dos seus produtos). Além de não ficar refém de uma plataforma alugada, é um software de código gratuito e sem limitações. 

Lembre-se sempre que a melhor plataforma é aquela que encaixa ao seu negócio e a sua necessidade.

 

3-Design

Capriche no layout. A elaboração de um design bem elaborado pode conquistar o cliente de cara. É essencial apresentar a disponibilidade dos produtos e imagens de qualidade, descrição do produto, material utilizado, medidas, peso e embalagens.  

 

4- Meios de pagamento

Quanto mais formas de pagamentos disponíveis no site, mais serão as chances na conversão de venda. Mas é necessário avaliar se a estrutura oferecida suporta administrar tantas formas de pagamento, principalmente para vendas por meios do cartão de crédito. É de extrema importância a contratação de serviços especializados contra fraude.

 

5- Logística

Separar o produto para envio, qualidade da embalagem e realizar a entrega dentro do prazo mais curto possível, sem sombra de dúvida, define a qualidade do serviço prestado e gera extrema satisfação ao cliente. Saiba escolher qual será o seu melhor parceiro, ou seja, a empresa que prestará esse serviço. Atualmente os Correios é o maior fornecedor logístico e atende tanto pequenas e grandes empresas.

 

6- Política de privacidade, troca e devolução de produtos

É importante comunicar o seu cliente que não irá vender ou fornecer qualquer tipo de dado cadastrado no site, por esse motivo a política de privacidade é essencial para e-commerce.  

Troca e devoluções é obrigatório ser oferecido, para que não haja desentendimento com o cliente e nem com a lei. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor o cliente tem o prazo de até sete dias corridos para se arrepender da compra, contudo o prazo de troca pode ser estipulado pelo lojista que normalmente varia de até 30 dias.

 

7-Marketing

Desenvolver um planejamento de marketing é necessário para que a loja online ganhe espaço e suas vendas sejam bem sucedidas. Atualmente existem diversas ferramentas oferecidas para acompanhar e investir nas técnicas de SEO (Serch Enginee Optimization), que é essencial para que as pessoas possam localizar o e-commerce. 

Outro caminho são as redes sociais o SMO (Social MediaOoptimization). Por meio delas é possível criar um vínculo, interagir e ficar mais próximo do seu cliente e o principal, é gratuito. Também é necessário ter cautela e respeitar as normas de uso.

 

8- Certificações de segurança

Ter a certeza que o produto adquirido através do site chegará na residência é uma dúvida e desconfiança muito comum dos novos consumidores. Então, possuir certificações e selos de segurança que demonstrem a garantia do site, tanto como links para redes sociais, fale-conosco e telefone é de extrema importância.  Com isso, o novo consumidor pode ter certeza que entrará em contato para confirmar a compra ou existência da loja. 

Outro ponto importante é encher o cliente de informações após a compra, caso o pedido tenha sido aprovado. Se já foi expedido ou encaminhado para expedição, confirmar o prazo de entrega, o código de rastreio e qualquer outra informação que você ache relevante.

 

9- Explore sua plataforma

Tente explorar todas as ferramentas oferecidas pela plataforma adquirida. Uma das opções é disponibilizar o campo para o cálculo do frete e o prazo para entrega. Procure também por ferramentas que sugira a compra de produtos parecidos com que ele já está comprando. Para o segmento de moda sugira um peça de roupa ou bolsa e ofereça frete grátis ou pontos de fidelidade.

Você também pode investir no atendimento online, que facilita a compra, além de ser outra ferramenta que confirme que loja realmente existe. Lembre-se que compras por impulso sempre se tornam vantajosas e irresistíveis!

 

10- Promoções

O planejamento de promoções é essencial. Portanto, estude, faça um levantamento dos produtos disponíveis em seu estoque e a melhor época para realizar uma promoção. Caso seja inviável, ofereça o frete grátis para todos o Brasil, estipule um valor para esse frete ou apenas para uma localidade.  Mas nunca se esqueça de oferecer vantagens ao seu cliente, isso converte vendas e fidelização ao site.

 

Fonte: Computerworld

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Inflação da construção fica em 0,62% em março, diz IBGE http://www.p2s.com.br/noticia/inflacao-da-construcao-fica-em-062-em-marco-diz-ibge Wed, 09 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Construir ficou mais caro em março. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) ficou em 0,62% no mês passado, acima da taxa de 0,44% registrada no mês anterior. No ano, a inflação acumulada é de 1,52% e em 12 meses, de 0,94%.

 

Segundo o IBGE, os resultados acumulados levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor. Desconsiderando a desoneração, o acumulado no ano ficou em 1,45% e nos últimos doze meses, em 7,84%.

 

Com a alta em março, o custo nacional da construção, por metro quadrado, passou para R$ 873,20, sendo R$ 485,63 relativos aos materiais e R$ 387,57 à mão de obra.

 

A pesquisa mostra que houve alta de 1,09% na parcela dos materiais de construção em relação a fevereiro. Em mão de obra, a alta foi de 0,03%. Nos três primeiros meses do ano os acumulados são 2,43% (materiais) e 0,41% (mão de obra), enquanto em doze meses ficaram em 6,13% (materiais) e -4,87% (mão de obra).

 

Fonte:Portal G1

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Páscoa será 2,8% mais cara http://www.p2s.com.br/noticia/pascoa-sera-28-mais-cara Tue, 08 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= A elevação média de preços dos produtos tradicionais da Páscoa ficou abaixo da inflação nos últimos 12 meses. A alta foi 2,84%, enquanto a inflação registrou 6,09%, conforme a apuração do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (IPC-FGV).

 

Já os pescados frescos, procurados neste período por grande parte da população, subiram 12,71%. O economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, André Braz, explicou que é o segundo ano em que o produto sobe neste patamar. “O pescado já subiu mais de 24% em dois anos, o dobro da inflação, e pode subir mais na véspera da Páscoa, pelo efeito de demanda”, disse em entrevista à Agência Brasil.

 

O economista acrescentou, no entanto, que apesar de o bacalhau, também bastante procurado para o almoço de Páscoa, ter ficado abaixo da inflação no mesmo período, para as famílias mais humildes a compra do produto pode pesar no orçamento. “O bacalhau é um produto que tem um nível de preço um pouco mais alto. Então, famílias mais humildes talvez não possam comprar. O pescado, embora tenha ficado mais caro nos últimos doze meses, concorre com preços mais em conta. Apesar da alta, para algumas famílias talvez valha mais a pena comprar o pescado fresco do que o bacalhau, que é um item mais caro.”

 

Outros produtos também registraram alta acima da inflação acumulada até março deste ano, como a couve (13,8%), os ovos (7,89%), o azeite (7,67%) e a azeitona em conserva (7,5%). O economista explicou que, em geral, a maior pressão sobre os preços dos alimentos frescos aconteceu de 2012 para 2013 e repercutiu mais na Páscoa passada. Um exemplo foi o tomate, que atingiu preços muito altos. Embora o produto não esteja na cesta de Páscoa, outros alimentos como a batata, a cebola e a couve estão, e, naquela época, também sofreram redução da área plantada, uma das causas para a alta dos preços. “Somaram efeitos climáticos, com redução da área plantada”, disse.

 

Uma boa notícia para o consumidor para a Páscoa são os preços de bombons e chocolates. “No geral, apesar de ter vilões, como o pescado fresco, também tem itens que ficaram mais baratos. Os bombons e chocolates subiram 1,16%, mas perderam para a inflação. Em termos reais é como se eles estivessem mais em conta para as famílias”, explicou. A cebola  caiu 39,84%, enquanto na Páscoa passada tinha subido 88,99%. 

Saiba Mais
Os supermercados projetam vendas 8% maiores na Páscoa deste ano do que em 2013 e as lojas especializadas esperam vender 14% mais, revelou levantamento da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop) junto às principais redes de varejo do país. “Neste ano, só de chocolates serão consumidos 530 mil toneladas. Teremos 80 milhões de ovos no mercado, fora outros tipos de chocolate”, disse a Associação. O Brasil é o terceiro maior produtor de chocolates do mundo, ficando atrás de Estados Unidos e Alemanha e é o quarto maior consumidor do mundo. O varejo chocolateiro deve contratar cerca de 22 mil colaboradores temporários.

 

Fonte: Tribuna do Norte 

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Setor de máquinas pede mudanças em norma http://www.p2s.com.br/noticia/setor-de-maquinas-pede-mudancas-em-norma Mon, 07 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Uma norma regulamentadora aprovada em 2010 está preocupando representantes da construção civil no Brasil. A chamada NR 12 incide sobre a segurança do trabalho no uso de máquinas para o setor. 

 

A reclamação principal é sobre o tempo de adaptação das empresas para ajustar e adquirir máquinas. Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Locadoras de Equipamentos (Alec), Expedito Eloel Arena, o impacto econômico para as empresas que fornecem os materiais para as obras tem sido grande. Ele cita cálculos elaborados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontando que, para adequação de todo o parque de máquinas do País, são necessários pelo menos investimentos de R$ 100 bilhões.

 

Arena alega que a norma ficou abrangente e que cada setor englobado tem especificidades, o que deixa o mercado brasileiro inteiro na ilegalidade. Um exemplo, conforme o dirigente da Alec, é o dos fabricantes de betoneiras, que estão se mobilizando para trabalhar em alterações nas normas. “As betoneiras brasileiras não tinham a exigência de cremalheira protegida como agora, além disso, é cobrado um botão de liga e desliga, diferente de uma chave de alavanca, como é hoje. O receio é que alguém esbarre nesta alavanca e ligue a máquina involuntariamente”, afirma.

 

O vice-presidente da associação, que também é sócio-diretor da Casa do Construtor, empresa especializada na locação de equipamentos, afirma que as mudanças são benéficas e essenciais, mas que precisam ser feitas de forma gradativa, pois não existem no mercado máquinas que atendam às exigências da norma. “Não existem máquinas no mundo nestas condições. Nem na Europa e nos Estados Unidos existe betoneira capaz de atender a essa norma. Precisaríamos de um prazo de adequação”, ressalta.

 

A CNI tenta buscar uma solução para minimizar os impactos da norma. As principais reivindicações são de que seja feita uma nova redação sobre obrigações de usuários e de fabricantes de máquinas, corte temporal para a retirada de máquinas usadas no mercado e a prorrogação e revisão de prazos para a adaptação à NR 12.

 

A Delegacia Regional do Trabalho tem intensificado as fiscalizações em relação à NR 12 no Estado. Conforme o auditor fiscal do Trabalho Lúcio Debarba, que, no ano passado, coordenou projeto de operação de máquinas do órgão, contesta a reclamação das empresas. Segundo ele, os empresários também participaram da construção da proposta da Norma Regulamentadora. 

 

O auditor revela que a grande maioria das empresas no Rio Grande do Sul ainda não cumpre a NR 12 e são obrigadas a desligar as máquinas após a fiscalização. “As indústrias estão esperando a ação para depois tomar uma atitude, poucas são proativas. Isso paralisa o tempo de trabalho da empresa e traz prejuízos econômicos para os empresários”, afirma. Além da fiscalização nas indústrias, a ideia, de acordo com Debarba, é também atuar em ações de orientação aos fabricantes e importadores sobre a adequação à NR 12.

 

Fonte: Jornal do Comércio

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Em 7 anos, comércio e serviços geraram 41 novos empregos por dia http://www.p2s.com.br/noticia/em-7-anos-comercio-e-servicos-geraram-41-novos-empregos-por-dia Fri, 04 Apr 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Nos últimos sete anos, o setor terciário criou 105.714 novos postos de trabalho em Mato Grosso do Sul, uma média de 41 vagas por dia, de janeiro de 2007 até agora.

 

“Mesmo com alguns períodos de turbulência, os números mostram que tivemos um fortalecimento do comércio e serviços, com crescimento de 25% no número de empresas constituídas e ao mesmo tempo acréscimo de 56% nos empregos gerados”, destacou o presidente da Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul), Edison Araújo.

 

No mesmo ritmo de crescimento, caminha a situação financeira da população. Em 2007, por exemplo, a renda familiar anual no Estado era de R$ 12.234,00. Quatro anos depois, o valor saltou para R$ 19.875,45.

 

“Nosso setor funciona como um termômetro da economia. Se a renda da população melhora, comércio e serviços também prosperam”, analisou Araújo.

Atualmente, o setor terciário corresponde a 56% do PIB (Produto Interno Bruto Estadual). Este ano, a perspectiva é gerar R$ 38,2 bilhões. Há sete anos, a participação das atividades do comércio e serviços era de R$ 15,8 bilhões.

 

Os dados integram a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS); o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego; pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, Ciência e Tecnologia (SEMAC).

 

 

Fonte: Campo Grande News

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