P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/ P2S Tecnologia - ERP, Sistema de Gestão, Consultoria, Sistemas Web e Desenvolvimento de Software Fri, 29 Aug 2014 14:00:00 +0000 pt-br dayly 1 TI e os investimentos na hora da crise http://www.p2s.com.br/noticia/ti-e-os-investimentos-na-hora-da-crise Fri, 29 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Os indicadores econômicos trazem notícias ruins. A expectativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça menos do que em 2013, apenas 1,3%, assusta. Não se trata de problema interno do Brasil. O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualizou seu relatório Perspectiva Econômica Global estimando a evolução da economia global em apenas 3,4% neste ano, 0,3 ponto percentual abaixo do previsto em abril.

 

Entre os países Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apenas a Índia não teve suas estimativas reduzidas. Naturalmente, todos os setores são impactados negativamente quando a economia vai mal. Reduções de custos e ajustes orçamentários são necessários, mas toda economia deve ser analisada para não sair cara demais no futuro, privando as companhias de crescimento. Os cortes de gastos devem otimizar os processos e não tornar a empresa atrasada em comparação aos concorrentes. Resultado desse cenário é o tradicional destaque ganho pela tecnologia nesses momentos.

 

Com a necessidade de reduzir os gastos e gerar receita, as políticas de gestão otimizada ganham espaço na administração de qualquer empresa. TI é economia, é gestão e, portanto, otimização de processos e custos. Buscar soluções que permitam maior eficiência com menor custo é a função básica dos profissionais de Tecnologia da Informação (TI).

 

Em momentos de crise econômica, os gestores precisam pesar a relação de custo-benefício e agir. Ficar paralisado apenas colabora para o impasse econômico. Automatizar os processos com sistemas para áreas comerciais, financeira, faturamento, SPED ou, ainda, investir em soluções de mobilidade colaboram para a competitividade das organizações.

 

A TI pode contribuir para que os setores, público e privado, adotem melhores práticas e consigam resultados satisfatórios, mesmo em momento de turbulência para a economia. Quando os indicadores voltarem a patamares positivos, gestores terão investido no planejamento futuro de suas empresas e no melhor atendimento aos clientes.

 

Fonte: Portal ERP

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3 motivos para pequenas empresas investirem em um sistema de gestão empresarial http://www.p2s.com.br/noticia/3-motivos-para-pequenas-empresas-investirem-em-um-sistema-de-gestao-empresarial Thu, 28 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Investimento é uma das palavras que mais assusta os novos empreendedores. Se o custo for muito alto, os benefícios nem são avaliados. São tantos detalhes para tirar um negócio do papel que a tecnologia, por exemplo, fica em segundo plano.

 

O que muitos não sabem é que um bom sistema de gestão pode gerar economia de tempo e dinheiro. De acordo com o gerente comercial Wilsony Adriano da Silva, a automatização dos processos administrativos e comerciais diminui o custo operacional, traz qualidade e agilidade para o negócio.

 

Hoje, aproximadamente 70% das empresas brasileiras são de pequeno porte e a maioria implantou um sistema de gestão apenas para atender necessidades legais e fiscais. “Sem a informatização dos processos é praticamente impossível atender todo o envio de informação solicitada pelo Governo”, comenta Wilsony.

 

Ele reforça que os sistemas também são fundamentais para vencer os desafios do mercado e do próprio crescimento. “Quem não possui a informação está correndo o risco de ser atropelado pela concorrência, ficar desatualizado quanto as ofertas e tendências e, ainda pior, ter prejuízo por não possuir dados corretos para melhorar o processo mercadológico”.

 

Três motivos decisivos para as pequenas empresas investirem em um sistema de gestão empresarial:

1. Otimização de recursos e diminuição de desperdícios: monitorar a saúde financeira do negócio e tomar decisões assertivas no momento certo é vital quando falamos em finanças. Ter um sistema que permite gerar informações confiáveis para esta área pode ser a diferença entre pagar altos juros ou aplicar sua lucratividade em ofertas mais rentáveis. 

2. Agilidade no atendimento de entregas e diminuição nos custos de estocagens: pequenas empresas necessitam de agilidade de entrega e, ao mesmo tempo, manutenção de um estoque enxuto para atender a demanda. Ter um sistema que permita localizar com facilidade os produtos a serem entregues, criar rotas de entregas e monitorar o excesso de armazenagens torna a empresa mais competitiva e desejada como fornecedora.

3. Gestão de vendas ágil e comprometida: através de automações e tecnologia é possível melhorar a comunicação da área comercial com as demais áreas da empresa. Um sistema de gestão empresarial deve facilitar a entrada de pedidos, calcular todos os impostos, taxas e despesas, permitindo que a área comercial faça as melhores negociações, atendendo clientes e as metas da empresa. Hoje, com os sistemas de gestão empresarial, já é possível disponibilizar para pequenas empresas várias formas de entradas de pedidos feitas diretamente pelos vendedores e representantes em campo.

 

Fonte: Portal Administradores

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Melhore a experiência do seu cliente no e-commerce http://www.p2s.com.br/noticia/melhore-a-experiencia-do-seu-cliente-no-e-commerce Wed, 27 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= No mercado e-commerce, o tempo de resposta ao acesso do website é um fator determinante para o cliente ir adiante com sua empresa. Logo em seguida, vem a disponibilidade do website, e ainda, para aqueles usuários que utilizam dispositivos móveis, o desempenho da aplicação. Para alinhar essas questões, geralmente a responsabilidade fica por conta da TI, mas considerando o impacto que o desempenho na Internet e nos aparelhos móveis exerce sobre os resultados comerciais, é preciso que todos os administradores participem do processo de otimização da velocidade e da disponibilidade dos recursos on-line.
 
Para ampliar suas oportunidades de negócios, muitas lojas físicas estão investindo em sua página e-commerce e em aplicativos móveis, principalmente para atender aos clientes que hoje preferem fazer transações por meio de tablets e smartphones. De acordo com a Forrester Research, até 2015, serão gastos $278 bilhões em soluções on-line, representando um aumento de 57% em relação ao total de 2010.
 
Esses investimentos devem sustentar serviços web que estão ficando cada vez mais complexos por conta da explosão das aplicações para aparelhos móveis e o uso de diversos dispositivos em diferentes locais, tipos de conexões, navegadores, sistemas operacionais e todo conjunto de tecnologia envolvida para a entrega de aplicativos interativos e funcionais para se realizar as transações.
 
Está ultrapassada aquela regra de que o usuário esperava oito segundos para alguma página da Internet ser carregada. Atualmente, o público espera um carregamento de dois segundos, independentemente de estarem comprando produtos ou visualizando conteúdo. Isso demonstra que os clientes estão se tornando obcecados pela velocidade e exigindo páginas ou aplicações web e em aparelhos móveis rápidos e com total disponibilidade.
 
Para atingir tais metas, os administradores e executivos de empresas precisam atuar dentro de boas práticas a fim de atender às expectativas dos clientes quanto ao desempenho na Internet e em dispositivos móveis. Podemos citar cinco ações principais:
 
1 - A própria empresa deve ser a voz do cliente. Ou seja, ela precisa entregar para a área de TI as informações que permitam a análise e o conhecimento da experiência do cliente no website e no dispositivo móvel;
 
2 - É preciso compreender o impacto que o design do website e as promoções comerciais têm sobre o desempenho. Isso significa que, se a empresa pensa em fazer uma ação de grande impacto, deve ter certeza do desempenho de suas aplicações a fim de que o contato do cliente não se torne uma tentativa frustrada;
 
3 - Fazer análises comparativas, gerando subsídios que permitam criar novas estratégias;
 
4 - Atuar dentro de objetivos estabelecidos, avaliando os parâmetros apresentados, tomando decisões mais assertivas caso não estejam alcançando resultados;
 
5 - Estar atento para que haja um aperfeiçoamento contínuo das ações relacionadas aos clientes.
 
Se você não quer correr o risco de perder seus clientes para a concorrência, atente-se a essas práticas. Elas estão voltadas para o monitoramento e gerenciamento da interação dos clientes, e são responsáveis por gerar informações que dão visibilidade para novas estratégias de negócios.

 

Fontes: Portal ABES

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ABComm informa e-consumidor sobre fraudes com boleto para pagamento online http://www.p2s.com.br/noticia/abcomm-informa-e-consumidor-sobre-fraudes-com-boleto-para-pagamento-online Tue, 26 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Para alertar o e-consumidor quanto às fraudes nas compras via boleto bancário quando na Internet, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) explicou como ocorrem essas ações ilegais e o que fazer para evitá-las.

 

Vírus Bolware

A fraude surge a partir da infecção do computador do usuário com um malware chamado bolware. Malware é um software pirata destinado a infiltrar-se em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar danos, alterações ou roubo de informações.

 

A forma mais comum que essa fraude ocorre é na emissão do boleto online. Quando o usuário opta pela forma de pagamento, o vírus identifica uma página com dados de boleto e troca as informações reais por dados de uma fatura fraudulenta. São alterados os valores da linha digitável e inseridos espaços no código de barras para inutilizá-lo, assim a vítima é obrigada a digitar os dados do boleto fraudulento, que já estão trocados.

 

Outro método, porém menos comum, ocorre no momento do pagamento de um boleto no Internet Banking. O malware troca as informações do boleto quando a vítima digita os dados no formulário de pagamento. O navegador web do usuário já envia para o banco os dados do boleto fraudulento.

 

Como evitar

Antivírus: Mantenha o computador sempre com uma versão atualizada do antivírus e faça verificações periódicas em todo o sistema. Evite também clicar em links e abrir sites e/ou arquivos desconhecidos, são a partir daí que os malwares se instalam nos micros.

 

Atenção: Normalmente o bolware mantém o valor original da conta, para que a vítima não perceba que pagou um boleto fraudulento e troca apenas o trecho da linha digitável que identifica o cedente, isto é, o destino do pagamento. Por isso, é fundamental checar se os primeiros números são mesmo do banco que a loja virtual costuma emitir seus boletos. As telas do internet banking ou dos caixas eletrônicos costumam informar o nome do cedente, tornando-o assim mais fácil a validação.

 

Desconfie: Apesar de alterar a linha digitável, o vírus não consegue criar um código de barra válido. Por isso, quando a leitura do código falha, é aconselhável entrar em contato com a loja virtual para verificar a veracidade do boleto.

 

Fonte: E-commerce News

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Fraude força varejo a ficar atento http://www.p2s.com.br/noticia/fraude-forca-varejo-a-ficar-atento Mon, 25 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Segundo executivo da ACI Worldwide, 30% dos brasileiros já sofreram fraude.

 

 

 

Fraudes com cartões de crédito, débito e pré-pagos já atingiram 30% dos brasileiros nos últimos cinco anos, segundo pesquisa da ACI Worldwide, empresa de pagamentos global. A pesquisa, realizada entre março e abril deste ano, com 6.159 consumidores de 20 países, mostra que o País está atrás apenas dos Emirados Árabes, onde o percentual atinge os 44%, China (42%), Estados Unidos (41%), Índia (41%), México (33%) e Austrália (31%).

 

"No Brasil, a fraude diminuiu cinco pontos percentuais, mas houve uma migração, porque o fraudador agora apontou suas armas para fraude em e-commerce e internet banking", afirma Joel Celso Nunes, consultor de soluções da ACI, que fez um panorama de fraudes no Retaild! FS, evento sobre serviços financeiros que ocorreu de nos últimos três dias (20 a 22) em Campos do Jordão (SP).

 

Segundo ele, os ataques ao varejo estão cada vez mais fortes. Países como a Suécia, onde 19% da população teve o cartão fraudado nos últimos cinco anos e que figura em último lugar na lista da ACI, tem legislação forte como ponto a favor das empresas. "Quando o fraudador é pego, ele de fato fica na cadeia, sem contar na educação da população no uso dos meios de pagamento que é alta. No fim, o ponto fraco dessa cadeia é o consumidor", avalia. 

 

No Brasil, o fator educação do cliente é um dos fatores que reforçam o aumento das fraudes, diz Nunes. O brasileiro, afirma, tem um dos maiores índices de comportamento de risco do mundo. Entre as ações de risco estão coisas simples, como jogar documentos no lixo sem cortar informações pessoais, ação praticada por 30% dos brasileiros.

 

Nos Estados Unidos, esse índice é de 7%. Ter o PC desprotegido é usual entre 22% dos entrevistados. Smartphones destravados (21%), PIN desprotegido (12%) e a aceitação de phising (7%), aqueles e-mails desconhecidos que pedem para clicar em algum arquivo ou link, são os principais comportamentos de risco dos consumidores. "Essas ações de risco mostram que há outro lado nessa cadeia de segurança de fraude que ainda é um elo muito fraco", avalia Nunes.

 

As fraudes geram impactos nos comportamentos dos consumidores que não beneficiam o varejo. Dentre os consumidores que afirmaram que sofreram fraude nos últimos cinco anos, 63% reduziu o uso do cartão e 55% começaram a se preocupar com roubo de identidade. 


"Eles perceberam que o fraudador sabia também dados pessoais para praticar outros tipos de fraudes. Os fraudadores trocam dados entre si, eles têm banco de dados com as informações dos consumidores e vendem estes dados na internet e refazem estes ataques. Eles têm um bom CRM", afirma o especialista.

 

Outro dado curioso é que 50% dos que sofreram fraude passaram a não confiar na proteção dada pelos varejistas. E a maioria, diz Nunes, desconfia mais do varejista físico do que do varejista online.

 

"Quando o consumidor vai a uma loja e os dados dele são pedidos, ele diz não ter certeza de que esses dados serão protegidos. Enquanto que quando ele faz uma compra na internet, ele pode se sente mais seguro, porque sabe que tem uma empresa de proteção por trás daquela transação", explica.

 

Para reduzir estes números, o consultor diz que o varejo deve investir em tecnologia para melhorar a segurança continuamente e, principalmente, comunicar aos clientes o que é feito para proteger os dados pessoais e financeiros dos consumidores. "O ponto mais importante é educar o cliente, ensinar o que ele tem de fazer para se proteger", assinala Nunes.

 

Fonte: Portal No Varejo

 

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Pequenas e médias empresas pagaram mais impostos em 2014 http://www.p2s.com.br/noticia/pequenas-e-medias-empresas-pagaram-mais-impostos-em-2014 Fri, 22 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= O baixo crescimento da arrecadação federal no primeiro semestre, de apenas 0,28% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), não se deve ao desempenho de todos os setores da economia.

 

De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação está sendo puxada pelas grandes empresas, principalmente do setor financeiro. Ainda com lucros maiores em relação ao ano passado, as pequenas e médias empresas continuam a pagar mais impostos em 2014.

 

Segundo o Fisco, o pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas que declaram pelo lucro presumido – modalidade que abrange as menores companhias – cresceu 6,38% acima da inflação no primeiro semestre, de R$ 22,32 bilhões nos seis primeiros meses de 2013 para R$ 23,74 bilhões em 2014.

 

O pagamento com base na estimativa mensal de lucro, que abrange as maiores empresas, caiu 14,29%, também descontado o IPCA, de R$ 55,49 bilhões para R$ 47,56 bilhões na mesma comparação.

 

A queda do pagamento de tributos pelas grandes empresas foi puxada pelas entidades financeiras, cuja estimativa mensal de IRPJ e CSLL caiu 32,77% neste ano descontada a inflação, de R$ 22,14 bilhões para R$ 14,88 bilhões.

 

Contribuiu para a diferença o pagamento de R$ 3 bilhões de Imposto de Renda decorrente da oferta inicial de ações na bolsa de valores da BB Seguridade, unidade de seguros do Banco do Brasil. O desembolso, que inflou a arrecadação federal em maio do ano passado, não se repetiu em 2014.

 

Como as grandes empresas são as principais pagadoras de tributos no País, esses fatores frearam o crescimento da arrecadação em 2014. De acordo com o Fisco, o Imposto de Renda Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido são os tributos cuja receita mais caiu em 2014: R$ 4,49 bilhões em valores corrigidos pela inflação acumulada.

 

Em relação às pequenas e médias empresas, parte do desempenho favorável está relacionado à manutenção do consumo, apesar da desaceleração da economia. De dezembro de 2013 a maio de 2014, as vendas cresceram 1,71% em relação ao mesmo período anterior (dezembro de 2012 a maio de 2013), de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O fenômeno beneficia principalmente o comércio, ramo que abriga a maior parte das empresas de pequeno e médio porte.

 

Tradicionalmente, o crescimento das vendas seria refletido em maior arrecadação de outros tributos, como o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). No entanto, em 2014, os dois tributos acumulam queda real de 2,54% – R$ 3,2 bilhões em valores corrigidos pelo IPCA.

 

A queda na arrecadação desses dois tributos, no entanto, não se deve ao comportamento do comércio, mas às mudanças no PIS/Cofins das mercadorias importadas, que tiveram o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) retirado da base de cálculo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.

 

Fonte: Cidade Verde

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Diferenças no ERP de empresas de serviços http://www.p2s.com.br/noticia/diferencas-no-erp-de-empresas-de-servicos Thu, 21 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Será que os ERPs (Enterprise Resource Planning), também conhecidos como sistemas integrados de gestão empresarial de mercado, estão adaptados para as novas empresas de serviços?

 

São milhares de novas empresas que surgiram após o advento da internet: consultorias de tecnologia, agências de marketing digital, aluguel de equipamentos, terceirização, comercialização de energia e outras. Para usar um neologismo citado pelo consultor e professor da ESPM Carlos Alberto Júlio, um número cada vez maior de empresas está empenhada em converter produtos em serviços e trazer novas receitas recorrentes para seu negócio.

 

Apostando nesta ideia, construtoras criaram empresas de aluguel de equipamentos pesados com o objetivo de gerar receitas em períodos de ociosidade. Outro exemplo é a oferta de software na nuvem, que traz receita recorrente, ao invés do licenciamento convencional de softwares, no qual o comprador paga uma única vez. Negócios novos envolvendo consumo colaborativo (exemplo), compartilhamento de ativos, são exemplos de outros negócios que transformaram produtos ou ativos em receitas anuais.

 

Diante deste cenário, será que esses novos negócios com foco em serviços têm hoje uma oferta de sistema de gestão adaptado? Em primeiro lugar, vale a pena analisar a origem dos principais sistemas de mercado. Muitos nasceram nas décadas de 80 e 90 do século passado, com foco na indústria, que representava uma grande fatia da economia naquele momento.

 

Hoje, no Brasil, o setor de serviços concentra mais de 75% dos empregos formais e 68,5% do Produto Interno Bruto, segundo pesquisa recente do IBGE. Pensando em colaborar com alguns insights para esta nova realidade de mercado, destaco alguns pontos cruciais para analisar se o ERP atual (ou futuro) é aderente à emergente e dinâmica empresa de serviços de hoje:

 

1. Serviços exigem flexibilidade: 

Tão importante quanto as funções do ERP é a capacidade de suportar mudanças com o “avião no ar”.  Poder reconfigurar o sistema de forma prática e rápida é crucial para atender clientes cada vez mais exigentes e “instáveis”, para adequar políticas de vendas e fluxos de trabalho dinâmico (workflows). Um ERP que nasceu para atender os processos industriais pode ter uma resposta para reconfiguração de mudanças mais processual e lenta.

 

2. Serviços exigem elasticidade: 

Sazonalidade e picos de demanda são muito mais agressivos nos setor de serviços. Volume de pedido, entrega, faturamento, apontamento de horas, variam muito em certos dias. Além disso, a empresa de serviços depende menos de capital intensivo para ampliar seu crescimento do que a indústria, e por isso, os tempos de resposta do ERP são críticos para uma empresa de serviços.  Qual a performance atual do ERP em dias e horários de pico?  Há limitações físicas e lógicas para o crescimento?  É possível ajustar a capacidade sob demanda utilizando infraestrutra na nuvem, por exemplo?

 

3. Serviços exigem estrutura “projetizada”: 

Muitas empresas de serviços precisam agrupar suas operações em projetos, obras ou contratos. Isto é fundamental para controle da perfomance das operações.  Mas será que contratos ou projetos deveriam ser outro módulo ou sistema? Cada transação de compra e venda precisa ser conectada de forma natural e fluída a uma estrutura de projetos, mantendo a velocidade e produtividade.  Seu ERP atual consegue dar esta resposta sem burocratizar os controles?

 

4. Serviços exigem mais do que um ERP: 

Para empresas de serviços, o ERP ainda é o coração do negócio, mas não é suficiente para todos os processos empresariais. O ERP integrado com CRM e com redes sociais é base para a estrutura de processos de uma empresa de serviços moderna.  Seu ERP é monolítico ou permite a integração fácil ao comércio eletrônico e WEB 2.0?

 

5. Serviços exigem Inteligência: 

Diferentemente das análises mensais de resultado, as empresas de serviços precisam de “informação inteligente” on-line. Ou seja, os resultados de vendas de campanhas, por exemplo, precisam ser analisados todos os dias, toda hora, todo minuto, e não depender da apuração de resultados contábeis ou do fechamento do dia. Além disso, os BI (Business Inteligence) do passado, não atingiam todos os níveis hierárquicos das empresas. 

 

Para uma empresa de serviços moderna, isto é fatal, porque o desempenho é conquistado nas pontas, na área operacional. Painéis de controle precisam estar disponíveis para o CEO e para o gerente de compras e faturamento.  Seu ERP possui milhares de relatórios que ninguém sabe ao certo como utilizar? Ou possui centros de informação intuitivos para todos os níveis da empresa?

 

Estes questionamentos devem ser feitos no momento da aquisição de um novo sistema de gestão empresarial. As desenvolvedoras deste tipo plataforma já estão atentas a necessidade do mercado e trazendo módulos específicos para cada nicho de negócio. Para empresas de serviços, que estão se transformando e também mudando o mundo em que vivemos, já existe o ERP certo pode fazer a diferença e colocar a empresa alguns passos à frente da concorrência. Em serviços, isto pode ser o que falta para alcançar mais facilmente o sucesso.

 

Fonte: Baguete

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Construção civil cresceu 74,25% nos últimos 20 anos, revela estudo do SindusCon-MG http://www.p2s.com.br/noticia/construcao-civil-cresceu-7425-nos-ultimos-20-anos-revela-estudo-do-sinduscon-mg Wed, 20 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= O Sindicato da Indústria da Construção de Minas Gerais (SindusCon-MG) divulgou na última quarta-feira (6), durante a Feira Internacional da Construção Construir Minas (Minascon), o levantamento “O desempenho da Construção Civil nas duas décadas do Plano Real e desempenho recente”, que reúne dados sobre o desenvolvimento do setor da construção civil nos últimos 20 anos considerando a estabilidade econômica conquistada com o Plano Real.

 

A pesquisa revela que o crescimento do setor na última década foi de 52,10%, o que representa um crescimento médio anual de 4,28%. Considerando os últimos 20 anos, o avanço médio anual foi de 2,82%. Entre 1994 e 2013, a construção civil brasileira cresceu 74,25%, sendo que o auge do desenvolvimento neste período foi registrado no ano de 2010, quando o PIB brasileiro da construção civil teve alta de 11,6%.

 

Em relação à taxa de desemprego na construção civil do país, o estudo mostra que o desemprego sofreu redução expressiva: passou de 8,9% em abril de 2003 para 2,5% em abril de 2014.

 

O crescimento do consumo de cimento no Brasil também foi analisado pela pesquisa, que constatou que o consumo do material passou de 25,3 milhões de toneladas por ano em 1994 para 70,9 milhões em 2013. A quantidade equivale ao crescimento de 180,33% do consumo no período de quase vinte anos.

 

Para reforçar que o crescimento da construção foi maior na última década, a pesquisa ainda apresenta dados relativos ao financiamento de imóveis com recursos da caderneta de poupança: de 1994 a 2013 foram financiadas 3.318 milhões de unidades, sendo que 2.924 milhões foram financiadas só na última década, o que corresponde a 88,13% do total.

 

Como razões para o crescimento avançado entre 2004 e 2013, foram apontados o aumento do emprego formal, o crescimento da renda familiar, maior concorrência entre instituições financeiras, maior oferta de crédito imobiliário, redução nas taxas de juros e os programas de incentivo como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida (PMCMV).

 

Apesar da redução das atividades da construção civil nos últimos dois anos, causada, segundo a pesquisa, pela elevação da inflação e a baixa confiança de empresários e investidores, as perspectivas do setor são positivas.

 

“Nós esperamos mudanças e políticas mais definitivas para o ambiente macroeconômico, de forma que as pessoas possam voltar a investir. E que haja mais investimento em infraestrutura e bens duráveis”, afirma o presidente da Câmara da Indústria da Construção e vice-presidente da Fiemg, Teodomiro Diniz Camargos.

 

Fonte:Portal Alec

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Controle de caixa:O que é, como funciona e qual a importância para a saúde financeira de uma empresa http://www.p2s.com.br/noticia/controle-de-caixao-que-e-como-funciona-e-qual-a-importancia-para-a-saude-financeira-de-uma-empresa Tue, 19 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Entenda de forma fácil e clara o que e um controle de caixa e porque é tão importante para a saúde financeira do negócio. O que é controle de caixa e qual a sua utilidade?

Toda e qualquer empresa, independente de seu tamanho ou área que atua, possui movimentações financeiras (entradas e saídas de recursos) que acontecem no seu dia-a-dia operacional.

 

Dependendo do volume com que essas movimentações aconteçam na empresa, torna-se muito difícil distinguir a situação financeira da mesma, ou seja, se ela está financeiramente saudável ou debilitada.

 

Como os recursos estão constantemente “entrando e saindo” no caixa da empresa, o empresário pode ter a sensação de sua empresa estar dando lucro e de que tem um caixa reforçado. Mas o que acontece muitas vezes é que o empresário só descobre que o caixa da empresa está deficitário quando faltam recursos para algum compromisso importante.

 

Isso ocorre porque muitas vezes há um grande descompasso entre recebimentos e pagamentos o que faz com que faltem recursos para honrar com os compromissos assumidos. Um exemplo para entendermos melhor essa situação é o seguinte:

 

Suponha que uma empresa compre mercadorias que tenha que pagar no ato da compra (à vista). Com estas mercadorias em mãos ela as vende aos clientes e estes pagarão somente em 60 dias. Este período entre o pagamento da compra das mercadorias e a data de recebimento dos clientes a empresa vai ter que sobreviver com o próprio caixa, pois desembolsou valores antes de receber pelas vendas.

 

Imagine agora estas operações sendo realizadas com valores bem relevantes e várias vezes por mês, semana ou até por dia. Fica muito complicado controlar a “olho nu” ou de “cabeça” todos os prazos e operações.

 

Por este motivo que o Controle ou Fluxo de Caixa torna-se indispensável para qualquer empresa. Ele é uma ferramenta que organiza e controla todos os movimentos financeiros de recebimentos e pagamentos de valores.

 

O Controle de Caixa auxilia o empresário com informações claras e precisas quanto à situação financeira da empresa e qual o momento de captar ou aplicar o capital disponível. É indispensável para a saúde e continuidade da empresa que se mantenha um controle confiável e que esteja de acordo com os valores reais existentes à disposição da organização.

O Fluxo de Caixa pode ter uma estrutura simples ou mais sofisticada e isso depende do tamanho da empresa, do desejo do empresário, etc. Mas em linhas gerais podemos dizer que um fluxo de caixa deve conter os seguintes itens:

 

ü  Recebimentos

ü  Pagamentos

ü  Saldo Anterior

ü  Saldo Final

 

Recebimentos: São incluídas todas as entradas de valores ocorridas na empresa. Todas as receitas de vendas, receitas de aluguel, ganhos de juros das aplicações, adiantamentos feitos por clientes, depósitos, enfim, toda entrada de dinheiro deve ser considerada.

 

Pagamentos: São incluídas todas as saídas de valores ocorridas na empresa. Todos os pagamentos como salários, água, luz, serviços de terceiros, fornecedores, etc., enfim, todas as saídas de dinheiro.

 

Saldo Anterior: No início de cada período do controle de caixa deve constar o saldo final das movimentações do último período. Ex.: suponha que o controle seja feito diariamente (o mais comum e indicado), sendo que o saldo final do dia deve ser transportado para o saldo inicial do dia subsequente, e assim por diante.


Saldo Final: É o saldo apurado das entradas menos as saídas e demonstra a situação financeira no período (diário). Este saldo será transportado diariamente para o dia subsequente a fim de demonstrar a posição da financeira da empresa.

 

A presença de um Fluxo de Caixa na empresa trará enormes benefícios à saúde financeira desta, evitando desperdícios ou perdas decorrentes de falta de controle. É de vital importância que o empresário tenha isso em mente e sinta a necessidade de manter sua movimentação financeira em ordem proporcionando segurança para o negócio.

 

Outro fator que se torna muito importante na elaboração e implantação de um fluxo de caixa na empresa é o fato de que este deve refletir tempestivamente a situação financeira da organização, ou seja, os valores apresentados devem representar fielmente os valores existentes no período.

 

 

Fonte: Administradores

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As dificuldades das empresas na hora de migrar o sistema de tecnologia da informação http://www.p2s.com.br/noticia/as-dificuldades-das-empresas-na-hora-de-migrar-o-sistema-de-tecnologia-da-informacao Mon, 18 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Sua empresa trabalha com um software de gestão, o famoso ERP e durante muitos anos ele foi responsável pela informatização de todos os processos de sua empresa de forma a melhor atender a suas necessidades. Agora a empresa cresceu e o mercado ta evoluindo constantemente e você de repente se viu numa situação em que o software de gestão de sua empresa já não atende mais as necessidades e você sabe que para não ficar pra trás será necessário trocar o sistema ERP de sua empresa, por um mais moderno e que vá lhe atender as necessidades no futuro.  

 

Bom, então, por onde começar? Primeiramente, se sua empresa não trabalha com desenvolvimento próprio do software que ela usa ou se trabalha e deseja não mais fazer isso, a primeira coisa a ser feita é fazer uma pesquisa com as principais soluções disponíveis no mercado de acordo com o ramo de sua empresa, se sua empresa for do ramo varejista, o ideal é fazer um Benchmarking ou seja, uma pesquisa com outras empresas do ramo e saber quais sistemas elas usam, quais as vantagens desses sistemas, e quais são os sistemas que realmente irão atender a sua empresa.

 

Feito a escolha, é hora de procurar o fornecedor dessa solução e fazer um orçamento com base no tamanho de sua empresa, volume de informações dentre outros fatores que podem influenciar nos custos dessa implantação. Se achou o custo muito alto, não se desespere, faça uma otimização do sistema, vê o que pode ser implantado e o que pode esperar. Lembrem-se essas empresas estão sempre dispostas a negociar e você pode assinar o contrato com um bom desconto em relação ao primeiro orçamento.

 

Lembre-se na hora de adquirir um novo software estar acompanhado sempre pelo responsável de T.I. de sua empresa e que tenha conhecimentos suficientes para debater as idéias junto aos consultores do novo fornecedor.

 

Fechado o contrato é hora de fazer o projeto, nessa fase os consultores irão fazer um levantamento detalhado de todos os processos queserão automatizados, corpo técnico, usuários chaves e hardwares disponíveis. Lembre se que essa fase do projeto ate a implantação em si pode durar vários meses. O maior desafio será mesmo durante a implantação, a começar pela equipe de T.I. Essa equipe já possui sólidos conhecimentos dos processos e ferramentas utilizadas no antigo sistema e são capazes de resolver problemas sem maiores dificuldades. Com a implantação do novo sistema eles terão que se especializar novamente em outras ferramentas como plataformas e banco de dados que o novo ERP utilizará.

 

O que parece ser um pesadelo passa a ser uma oportunidade de adquirir novos conhecimentos se especializando em novas ferramentas mais modernas e mais conhecidas no mercado do que as usadas anteriormente. Já para os usuários finais a maior dificuldade será o desapego ao antigo sistema, uma dica para essas situações é fazer com que o usuário esqueça o antigo sistema evitando fazer comparações e fazendo-o focar apenas no aprendizado do novo sistema de gestão.

 

Lembre-se que o mercado não para e se realmente as ferramentas de T.I. usadas na sua empresa já não atende as necessidades ou se não atenderá num futuro próximo, é hora de mudar.

 

Fonte: Portal Administradores

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