P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/ P2S Tecnologia - ERP, Sistema de Gestão, Consultoria, Sistemas Web e Desenvolvimento de Software Wed, 19 Nov 2014 14:00:00 +0000 pt-br dayly 1 Comunicado de feriado dia 20 de novembro http://www.p2s.com.br/noticia/comunicado-de-feriado-dia-20-de-novembro Wed, 19 Nov 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Comunicamos que no dia 20 de novembro não haverá expediente devido ao feriado da consciência negra. No dia 21 de novembro retornamos ao nosso horário de funcionamento normal.

 Equipe P2S Tecnologia. 

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ERP para empresas de serviços: diferenças fundamentais http://www.p2s.com.br/noticia/erp-para-empresas-de-servicos-diferencas-fundamentais Tue, 02 Sep 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Cinco passos para analisar se o ERP atual (ou futuro) é aderente à emergente e dinâmica empresa de serviços de hoje. Será que os ERPs (Enterprise Resource Planning), também conhecidos como sistemas integrados de gestão empresarial de mercado, estão adaptados para as novas empresas de serviços? São milhares de novas empresas que surgiram após o advento da internet: consultorias de tecnologia, agências de marketing digital, aluguel de equipamentos, terceirização, comercialização de energia e outras.

 

Para usar um neologismo citado pelo consultor e professor da ESPM Carlos Alberto Júlio, um número cada vez maior de empresas está empenhada em converter produtos em serviços e trazer novas receitas recorrentes para seu negócio. Apostando nesta ideia, construtoras criaram empresas de aluguel de equipamentos pesados com o objetivo de gerar receitas em períodos de ociosidade. Outro exemplo é a oferta de software na nuvem, que traz receita recorrente, ao invés do licenciamento convencional de softwares, no qual o comprador paga uma única vez.

 

Negócios novos envolvendo consumo colaborativo (exemplo), compartilhamento de ativos, são exemplos de outros negócios que transformaram produtos ou ativos em receitas anuais. Diante deste cenário, será que esses novos negócios com foco em serviços têm hoje uma oferta de um ERP adaptado?

 

Em primeiro lugar, vale a pena analisar a origem dos principais sistemas de mercado. Muitos nasceram nas décadas de 80 e 90 do século passado, com foco na indústria, que representava uma grande fatia da economia naquele momento. Hoje, no Brasil, o setor de serviços concentra mais de 75% dos empregos formais e 68,5% do Produto Interno Bruto, segundo pesquisa recente do IBGE.

 

Pensando em colaborar com alguns insights para esta nova realidade de mercado, destaco alguns pontos cruciais para analisar se o ERP atual (ou futuro) é aderente à emergente e dinâmica empresa de serviços de hoje:

 

1. Serviços exigem flexibilidade: Tão importante quanto as funções do ERP é a capacidade de suportar mudanças com o “avião no ar”.  Poder reconfigurar o sistema de forma prática e rápida é crucial para atender clientes cada vez mais exigentes e “instáveis”, para adequar políticas de vendas e fluxos de trabalho dinâmico (workflows). Um ERP que nasceu para atender os processos industriais pode ter uma resposta para reconfiguração de mudanças mais processual e lenta.

 

2. Serviços exigem elasticidade: Sazonalidade e picos de demanda são muito mais agressivos nos setor de serviços. Volume de pedido, entrega, faturamento, apontamento de horas, variam muito em certos dias. Além disso, a empresa de serviços depende menos de capital intensivo para ampliar seu crescimento do que a indústria, e por isso, os tempos de resposta do ERP são críticos para uma empresa de serviços.  Qual a performance atual do ERP em dias e horários de pico?  Há limitações físicas e lógicas para o crescimento?  É possível ajustar a capacidade sob demanda utilizando infraestrutra na nuvem, por exemplo?

 

3. Serviços exigem estrutura “projetizada”: Muitas empresas de serviços precisam agrupar suas operações em projetos, obras ou contratos. Isto é fundamental para controle da perfomance das operações.  Mas será que contratos ou projetos deveriam ser outro módulo ou sistema? Cada transação de compra e venda precisa ser conectada de forma natural e fluída a uma estrutura de projetos, mantendo a velocidade e produtividade.  Seu ERP atual consegue dar esta resposta sem burocratizar os controles?

 

4. Serviços exigem mais do que um ERP: Para empresas de serviços, o ERP ainda é o coração do negócio, mas não é suficiente para todos os processos empresariais. O ERP integrado com CRM e com redes sociais é base para a estrutura de processos de uma empresa de serviços moderna.  Seu ERP é monolítico ou permite a integração fácil ao comércio eletrônico e WEB 2.0?

 

5. Serviços exigem Inteligência: Diferentemente das análises mensais de resultado, as empresas de serviços precisam de “informação inteligente” online. Ou seja, os resultados de vendas de campanhas, por exemplo, precisam ser analisados todos os dias, toda hora, todo minuto, e não depender da apuração de resultados contábeis ou do fechamento do dia. Além disso, os BI (Business Inteligence) do passado, não atingiam todos os níveis hierárquicos das empresas. Para uma empresa de serviços moderna, isto é fatal, porque o desempenho é conquistado nas pontas, na área operacional. Painéis de controle precisam estar disponíveis para o CEO e para o gerente de compras e faturamento.  Seu ERP possui milhares de relatórios que ninguém sabe ao certo como utilizar? Ou possui centros de informação intuitivos para todos os níveis da empresa?

 

Estes questionamentos devem ser feitos no momento da aquisição de um novo sistema de gestão empresarial. As desenvolvedoras deste tipo plataforma já estão atentas a necessidade do mercado e trazendo módulos específicos para cada nicho de negócio. Para empresas de serviços, que estão se transformando e também mudando o mundo em que vivemos, já existe o ERP certo pode fazer a diferença e colocar a empresa alguns passos à frente da concorrência. Em serviços, isto pode ser o que falta para alcançar mais facilmente o sucesso.

 

Fonte: CIO

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Nuvem privada será preferência de 76% dos gestores de TI no país até 2019, diz estudo http://www.p2s.com.br/noticia/nuvem-privada-sera-preferencia-de-76-dos-gestores-de-ti-no-pais-ate-2019-diz-estudo Mon, 01 Sep 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Embora o padrão atual de evolução da adoção da nuvem no Brasil não disponha de nenhum modelo predominante, a previsão é de que esse cenário mude entre dois e cinco anos, de acordo com pesquisa encomendada pela Capgemini à Coleman Parkes Research, realizada com 415 executivos de tecnologia de médias e grandes empresas instaladas no país dos setores público, de consumo, varejo, financeiro, manufatura, energia e telecomunicações, entre março e abril.

 

Atualmente, as empresas menores tendem a usar a nuvem pública, enquanto as médias e as grandes dão preferência às nuvens híbridas. Assim, 26% dos entrevistados afirmaram não ter nenhuma preferência por um modelo específico de nuvem. Em seguida, a opção varia entre a nuvem pública – o modelo mais atraente, com 24% – privada para as instalações da empresa (18%), híbrida (18%, pública e privada) e privada gerenciada por terceiros (14%).

 

Porém, segundo o estudo, existe uma tendência de migração gradual da nuvem pública em favor de uma grande variedade de modelos privado e híbrido. Se os modelos privados internos e externos e os híbridos forem combinados, a estimativa é de que, até 2019, o padrão privado seja a opção de 76% dos entrevistados, deixando a nuvem pública "pura" com apenas 17% (caindo de 24% para 20% e, posteriormente, para 17%). Os demais devem, ainda, decidir sobre a sua abordagem preferida.

 

"A tendência é que, em pouco tempo, a maioria das empresas passe a adotar a nuvem híbrida, devido à quantidade de aplicações e capacidade de armazenamento que podem ser processadas na nuvem pública", afirma o diretor de soluções integradas da Capgemini no Brasil, Gustavo Trevisan, um dos coordenadores da pesquisa.

 

Outros pontos analisados no relatório foram o modelo de entrega de Software como Serviço (SaaS), utilizado atualmente por 73% das empresas que adotam a nuvem, e o aumento do modelo de Enterprise App Store (Loja de Aplicações Corporativas) – mais de 70% dos executivos têm ou planejam desenvolver esse formato. Além deles, o modelo de Infraestrutura como Serviço (IaaS) deve crescer e alcançar o amadurecimento (um salto dos atuais 55% para 88% entre os que pretendem implementá-lo em dois anos); já o de Plataforma como Serviço (PaaS) é a escolha atual de 39% dos entrevistados, com outros 34% que planejam utilizá-lo.

 

Fonte: TI Inside

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TI e os investimentos na hora da crise http://www.p2s.com.br/noticia/ti-e-os-investimentos-na-hora-da-crise Fri, 29 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Os indicadores econômicos trazem notícias ruins. A expectativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça menos do que em 2013, apenas 1,3%, assusta. Não se trata de problema interno do Brasil. O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualizou seu relatório Perspectiva Econômica Global estimando a evolução da economia global em apenas 3,4% neste ano, 0,3 ponto percentual abaixo do previsto em abril.

 

Entre os países Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), apenas a Índia não teve suas estimativas reduzidas. Naturalmente, todos os setores são impactados negativamente quando a economia vai mal. Reduções de custos e ajustes orçamentários são necessários, mas toda economia deve ser analisada para não sair cara demais no futuro, privando as companhias de crescimento. Os cortes de gastos devem otimizar os processos e não tornar a empresa atrasada em comparação aos concorrentes. Resultado desse cenário é o tradicional destaque ganho pela tecnologia nesses momentos.

 

Com a necessidade de reduzir os gastos e gerar receita, as políticas de gestão otimizada ganham espaço na administração de qualquer empresa. TI é economia, é gestão e, portanto, otimização de processos e custos. Buscar soluções que permitam maior eficiência com menor custo é a função básica dos profissionais de Tecnologia da Informação (TI).

 

Em momentos de crise econômica, os gestores precisam pesar a relação de custo-benefício e agir. Ficar paralisado apenas colabora para o impasse econômico. Automatizar os processos com sistemas para áreas comerciais, financeira, faturamento, SPED ou, ainda, investir em soluções de mobilidade colaboram para a competitividade das organizações.

 

A TI pode contribuir para que os setores, público e privado, adotem melhores práticas e consigam resultados satisfatórios, mesmo em momento de turbulência para a economia. Quando os indicadores voltarem a patamares positivos, gestores terão investido no planejamento futuro de suas empresas e no melhor atendimento aos clientes.

 

Fonte: Portal ERP

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3 motivos para pequenas empresas investirem em um sistema de gestão empresarial http://www.p2s.com.br/noticia/3-motivos-para-pequenas-empresas-investirem-em-um-sistema-de-gestao-empresarial Thu, 28 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Investimento é uma das palavras que mais assusta os novos empreendedores. Se o custo for muito alto, os benefícios nem são avaliados. São tantos detalhes para tirar um negócio do papel que a tecnologia, por exemplo, fica em segundo plano.

 

O que muitos não sabem é que um bom sistema de gestão pode gerar economia de tempo e dinheiro. De acordo com o gerente comercial Wilsony Adriano da Silva, a automatização dos processos administrativos e comerciais diminui o custo operacional, traz qualidade e agilidade para o negócio.

 

Hoje, aproximadamente 70% das empresas brasileiras são de pequeno porte e a maioria implantou um sistema de gestão apenas para atender necessidades legais e fiscais. “Sem a informatização dos processos é praticamente impossível atender todo o envio de informação solicitada pelo Governo”, comenta Wilsony.

 

Ele reforça que os sistemas também são fundamentais para vencer os desafios do mercado e do próprio crescimento. “Quem não possui a informação está correndo o risco de ser atropelado pela concorrência, ficar desatualizado quanto as ofertas e tendências e, ainda pior, ter prejuízo por não possuir dados corretos para melhorar o processo mercadológico”.

 

Três motivos decisivos para as pequenas empresas investirem em um sistema de gestão empresarial:

1. Otimização de recursos e diminuição de desperdícios: monitorar a saúde financeira do negócio e tomar decisões assertivas no momento certo é vital quando falamos em finanças. Ter um sistema que permite gerar informações confiáveis para esta área pode ser a diferença entre pagar altos juros ou aplicar sua lucratividade em ofertas mais rentáveis. 

2. Agilidade no atendimento de entregas e diminuição nos custos de estocagens: pequenas empresas necessitam de agilidade de entrega e, ao mesmo tempo, manutenção de um estoque enxuto para atender a demanda. Ter um sistema que permita localizar com facilidade os produtos a serem entregues, criar rotas de entregas e monitorar o excesso de armazenagens torna a empresa mais competitiva e desejada como fornecedora.

3. Gestão de vendas ágil e comprometida: através de automações e tecnologia é possível melhorar a comunicação da área comercial com as demais áreas da empresa. Um sistema de gestão empresarial deve facilitar a entrada de pedidos, calcular todos os impostos, taxas e despesas, permitindo que a área comercial faça as melhores negociações, atendendo clientes e as metas da empresa. Hoje, com os sistemas de gestão empresarial, já é possível disponibilizar para pequenas empresas várias formas de entradas de pedidos feitas diretamente pelos vendedores e representantes em campo.

 

Fonte: Portal Administradores

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Melhore a experiência do seu cliente no e-commerce http://www.p2s.com.br/noticia/melhore-a-experiencia-do-seu-cliente-no-e-commerce Wed, 27 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= No mercado e-commerce, o tempo de resposta ao acesso do website é um fator determinante para o cliente ir adiante com sua empresa. Logo em seguida, vem a disponibilidade do website, e ainda, para aqueles usuários que utilizam dispositivos móveis, o desempenho da aplicação. Para alinhar essas questões, geralmente a responsabilidade fica por conta da TI, mas considerando o impacto que o desempenho na Internet e nos aparelhos móveis exerce sobre os resultados comerciais, é preciso que todos os administradores participem do processo de otimização da velocidade e da disponibilidade dos recursos on-line.
 
Para ampliar suas oportunidades de negócios, muitas lojas físicas estão investindo em sua página e-commerce e em aplicativos móveis, principalmente para atender aos clientes que hoje preferem fazer transações por meio de tablets e smartphones. De acordo com a Forrester Research, até 2015, serão gastos $278 bilhões em soluções on-line, representando um aumento de 57% em relação ao total de 2010.
 
Esses investimentos devem sustentar serviços web que estão ficando cada vez mais complexos por conta da explosão das aplicações para aparelhos móveis e o uso de diversos dispositivos em diferentes locais, tipos de conexões, navegadores, sistemas operacionais e todo conjunto de tecnologia envolvida para a entrega de aplicativos interativos e funcionais para se realizar as transações.
 
Está ultrapassada aquela regra de que o usuário esperava oito segundos para alguma página da Internet ser carregada. Atualmente, o público espera um carregamento de dois segundos, independentemente de estarem comprando produtos ou visualizando conteúdo. Isso demonstra que os clientes estão se tornando obcecados pela velocidade e exigindo páginas ou aplicações web e em aparelhos móveis rápidos e com total disponibilidade.
 
Para atingir tais metas, os administradores e executivos de empresas precisam atuar dentro de boas práticas a fim de atender às expectativas dos clientes quanto ao desempenho na Internet e em dispositivos móveis. Podemos citar cinco ações principais:
 
1 - A própria empresa deve ser a voz do cliente. Ou seja, ela precisa entregar para a área de TI as informações que permitam a análise e o conhecimento da experiência do cliente no website e no dispositivo móvel;
 
2 - É preciso compreender o impacto que o design do website e as promoções comerciais têm sobre o desempenho. Isso significa que, se a empresa pensa em fazer uma ação de grande impacto, deve ter certeza do desempenho de suas aplicações a fim de que o contato do cliente não se torne uma tentativa frustrada;
 
3 - Fazer análises comparativas, gerando subsídios que permitam criar novas estratégias;
 
4 - Atuar dentro de objetivos estabelecidos, avaliando os parâmetros apresentados, tomando decisões mais assertivas caso não estejam alcançando resultados;
 
5 - Estar atento para que haja um aperfeiçoamento contínuo das ações relacionadas aos clientes.
 
Se você não quer correr o risco de perder seus clientes para a concorrência, atente-se a essas práticas. Elas estão voltadas para o monitoramento e gerenciamento da interação dos clientes, e são responsáveis por gerar informações que dão visibilidade para novas estratégias de negócios.

 

Fontes: Portal ABES

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ABComm informa e-consumidor sobre fraudes com boleto para pagamento online http://www.p2s.com.br/noticia/abcomm-informa-e-consumidor-sobre-fraudes-com-boleto-para-pagamento-online Tue, 26 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Para alertar o e-consumidor quanto às fraudes nas compras via boleto bancário quando na Internet, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) explicou como ocorrem essas ações ilegais e o que fazer para evitá-las.

 

Vírus Bolware

A fraude surge a partir da infecção do computador do usuário com um malware chamado bolware. Malware é um software pirata destinado a infiltrar-se em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar danos, alterações ou roubo de informações.

 

A forma mais comum que essa fraude ocorre é na emissão do boleto online. Quando o usuário opta pela forma de pagamento, o vírus identifica uma página com dados de boleto e troca as informações reais por dados de uma fatura fraudulenta. São alterados os valores da linha digitável e inseridos espaços no código de barras para inutilizá-lo, assim a vítima é obrigada a digitar os dados do boleto fraudulento, que já estão trocados.

 

Outro método, porém menos comum, ocorre no momento do pagamento de um boleto no Internet Banking. O malware troca as informações do boleto quando a vítima digita os dados no formulário de pagamento. O navegador web do usuário já envia para o banco os dados do boleto fraudulento.

 

Como evitar

Antivírus: Mantenha o computador sempre com uma versão atualizada do antivírus e faça verificações periódicas em todo o sistema. Evite também clicar em links e abrir sites e/ou arquivos desconhecidos, são a partir daí que os malwares se instalam nos micros.

 

Atenção: Normalmente o bolware mantém o valor original da conta, para que a vítima não perceba que pagou um boleto fraudulento e troca apenas o trecho da linha digitável que identifica o cedente, isto é, o destino do pagamento. Por isso, é fundamental checar se os primeiros números são mesmo do banco que a loja virtual costuma emitir seus boletos. As telas do internet banking ou dos caixas eletrônicos costumam informar o nome do cedente, tornando-o assim mais fácil a validação.

 

Desconfie: Apesar de alterar a linha digitável, o vírus não consegue criar um código de barra válido. Por isso, quando a leitura do código falha, é aconselhável entrar em contato com a loja virtual para verificar a veracidade do boleto.

 

Fonte: E-commerce News

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Fraude força varejo a ficar atento http://www.p2s.com.br/noticia/fraude-forca-varejo-a-ficar-atento Mon, 25 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Segundo executivo da ACI Worldwide, 30% dos brasileiros já sofreram fraude.

 

 

 

Fraudes com cartões de crédito, débito e pré-pagos já atingiram 30% dos brasileiros nos últimos cinco anos, segundo pesquisa da ACI Worldwide, empresa de pagamentos global. A pesquisa, realizada entre março e abril deste ano, com 6.159 consumidores de 20 países, mostra que o País está atrás apenas dos Emirados Árabes, onde o percentual atinge os 44%, China (42%), Estados Unidos (41%), Índia (41%), México (33%) e Austrália (31%).

 

"No Brasil, a fraude diminuiu cinco pontos percentuais, mas houve uma migração, porque o fraudador agora apontou suas armas para fraude em e-commerce e internet banking", afirma Joel Celso Nunes, consultor de soluções da ACI, que fez um panorama de fraudes no Retaild! FS, evento sobre serviços financeiros que ocorreu de nos últimos três dias (20 a 22) em Campos do Jordão (SP).

 

Segundo ele, os ataques ao varejo estão cada vez mais fortes. Países como a Suécia, onde 19% da população teve o cartão fraudado nos últimos cinco anos e que figura em último lugar na lista da ACI, tem legislação forte como ponto a favor das empresas. "Quando o fraudador é pego, ele de fato fica na cadeia, sem contar na educação da população no uso dos meios de pagamento que é alta. No fim, o ponto fraco dessa cadeia é o consumidor", avalia. 

 

No Brasil, o fator educação do cliente é um dos fatores que reforçam o aumento das fraudes, diz Nunes. O brasileiro, afirma, tem um dos maiores índices de comportamento de risco do mundo. Entre as ações de risco estão coisas simples, como jogar documentos no lixo sem cortar informações pessoais, ação praticada por 30% dos brasileiros.

 

Nos Estados Unidos, esse índice é de 7%. Ter o PC desprotegido é usual entre 22% dos entrevistados. Smartphones destravados (21%), PIN desprotegido (12%) e a aceitação de phising (7%), aqueles e-mails desconhecidos que pedem para clicar em algum arquivo ou link, são os principais comportamentos de risco dos consumidores. "Essas ações de risco mostram que há outro lado nessa cadeia de segurança de fraude que ainda é um elo muito fraco", avalia Nunes.

 

As fraudes geram impactos nos comportamentos dos consumidores que não beneficiam o varejo. Dentre os consumidores que afirmaram que sofreram fraude nos últimos cinco anos, 63% reduziu o uso do cartão e 55% começaram a se preocupar com roubo de identidade. 


"Eles perceberam que o fraudador sabia também dados pessoais para praticar outros tipos de fraudes. Os fraudadores trocam dados entre si, eles têm banco de dados com as informações dos consumidores e vendem estes dados na internet e refazem estes ataques. Eles têm um bom CRM", afirma o especialista.

 

Outro dado curioso é que 50% dos que sofreram fraude passaram a não confiar na proteção dada pelos varejistas. E a maioria, diz Nunes, desconfia mais do varejista físico do que do varejista online.

 

"Quando o consumidor vai a uma loja e os dados dele são pedidos, ele diz não ter certeza de que esses dados serão protegidos. Enquanto que quando ele faz uma compra na internet, ele pode se sente mais seguro, porque sabe que tem uma empresa de proteção por trás daquela transação", explica.

 

Para reduzir estes números, o consultor diz que o varejo deve investir em tecnologia para melhorar a segurança continuamente e, principalmente, comunicar aos clientes o que é feito para proteger os dados pessoais e financeiros dos consumidores. "O ponto mais importante é educar o cliente, ensinar o que ele tem de fazer para se proteger", assinala Nunes.

 

Fonte: Portal No Varejo

 

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Pequenas e médias empresas pagaram mais impostos em 2014 http://www.p2s.com.br/noticia/pequenas-e-medias-empresas-pagaram-mais-impostos-em-2014 Fri, 22 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= O baixo crescimento da arrecadação federal no primeiro semestre, de apenas 0,28% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), não se deve ao desempenho de todos os setores da economia.

 

De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação está sendo puxada pelas grandes empresas, principalmente do setor financeiro. Ainda com lucros maiores em relação ao ano passado, as pequenas e médias empresas continuam a pagar mais impostos em 2014.

 

Segundo o Fisco, o pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas que declaram pelo lucro presumido – modalidade que abrange as menores companhias – cresceu 6,38% acima da inflação no primeiro semestre, de R$ 22,32 bilhões nos seis primeiros meses de 2013 para R$ 23,74 bilhões em 2014.

 

O pagamento com base na estimativa mensal de lucro, que abrange as maiores empresas, caiu 14,29%, também descontado o IPCA, de R$ 55,49 bilhões para R$ 47,56 bilhões na mesma comparação.

 

A queda do pagamento de tributos pelas grandes empresas foi puxada pelas entidades financeiras, cuja estimativa mensal de IRPJ e CSLL caiu 32,77% neste ano descontada a inflação, de R$ 22,14 bilhões para R$ 14,88 bilhões.

 

Contribuiu para a diferença o pagamento de R$ 3 bilhões de Imposto de Renda decorrente da oferta inicial de ações na bolsa de valores da BB Seguridade, unidade de seguros do Banco do Brasil. O desembolso, que inflou a arrecadação federal em maio do ano passado, não se repetiu em 2014.

 

Como as grandes empresas são as principais pagadoras de tributos no País, esses fatores frearam o crescimento da arrecadação em 2014. De acordo com o Fisco, o Imposto de Renda Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido são os tributos cuja receita mais caiu em 2014: R$ 4,49 bilhões em valores corrigidos pela inflação acumulada.

 

Em relação às pequenas e médias empresas, parte do desempenho favorável está relacionado à manutenção do consumo, apesar da desaceleração da economia. De dezembro de 2013 a maio de 2014, as vendas cresceram 1,71% em relação ao mesmo período anterior (dezembro de 2012 a maio de 2013), de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O fenômeno beneficia principalmente o comércio, ramo que abriga a maior parte das empresas de pequeno e médio porte.

 

Tradicionalmente, o crescimento das vendas seria refletido em maior arrecadação de outros tributos, como o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). No entanto, em 2014, os dois tributos acumulam queda real de 2,54% – R$ 3,2 bilhões em valores corrigidos pelo IPCA.

 

A queda na arrecadação desses dois tributos, no entanto, não se deve ao comportamento do comércio, mas às mudanças no PIS/Cofins das mercadorias importadas, que tiveram o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) retirado da base de cálculo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.

 

Fonte: Cidade Verde

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Diferenças no ERP de empresas de serviços http://www.p2s.com.br/noticia/diferencas-no-erp-de-empresas-de-servicos Thu, 21 Aug 2014 14:00:00 +0000 P2S Tecnologia http://www.p2s.com.br/rss.php?p= Será que os ERPs (Enterprise Resource Planning), também conhecidos como sistemas integrados de gestão empresarial de mercado, estão adaptados para as novas empresas de serviços?

 

São milhares de novas empresas que surgiram após o advento da internet: consultorias de tecnologia, agências de marketing digital, aluguel de equipamentos, terceirização, comercialização de energia e outras. Para usar um neologismo citado pelo consultor e professor da ESPM Carlos Alberto Júlio, um número cada vez maior de empresas está empenhada em converter produtos em serviços e trazer novas receitas recorrentes para seu negócio.

 

Apostando nesta ideia, construtoras criaram empresas de aluguel de equipamentos pesados com o objetivo de gerar receitas em períodos de ociosidade. Outro exemplo é a oferta de software na nuvem, que traz receita recorrente, ao invés do licenciamento convencional de softwares, no qual o comprador paga uma única vez. Negócios novos envolvendo consumo colaborativo (exemplo), compartilhamento de ativos, são exemplos de outros negócios que transformaram produtos ou ativos em receitas anuais.

 

Diante deste cenário, será que esses novos negócios com foco em serviços têm hoje uma oferta de sistema de gestão adaptado? Em primeiro lugar, vale a pena analisar a origem dos principais sistemas de mercado. Muitos nasceram nas décadas de 80 e 90 do século passado, com foco na indústria, que representava uma grande fatia da economia naquele momento.

 

Hoje, no Brasil, o setor de serviços concentra mais de 75% dos empregos formais e 68,5% do Produto Interno Bruto, segundo pesquisa recente do IBGE. Pensando em colaborar com alguns insights para esta nova realidade de mercado, destaco alguns pontos cruciais para analisar se o ERP atual (ou futuro) é aderente à emergente e dinâmica empresa de serviços de hoje:

 

1. Serviços exigem flexibilidade: 

Tão importante quanto as funções do ERP é a capacidade de suportar mudanças com o “avião no ar”.  Poder reconfigurar o sistema de forma prática e rápida é crucial para atender clientes cada vez mais exigentes e “instáveis”, para adequar políticas de vendas e fluxos de trabalho dinâmico (workflows). Um ERP que nasceu para atender os processos industriais pode ter uma resposta para reconfiguração de mudanças mais processual e lenta.

 

2. Serviços exigem elasticidade: 

Sazonalidade e picos de demanda são muito mais agressivos nos setor de serviços. Volume de pedido, entrega, faturamento, apontamento de horas, variam muito em certos dias. Além disso, a empresa de serviços depende menos de capital intensivo para ampliar seu crescimento do que a indústria, e por isso, os tempos de resposta do ERP são críticos para uma empresa de serviços.  Qual a performance atual do ERP em dias e horários de pico?  Há limitações físicas e lógicas para o crescimento?  É possível ajustar a capacidade sob demanda utilizando infraestrutra na nuvem, por exemplo?

 

3. Serviços exigem estrutura “projetizada”: 

Muitas empresas de serviços precisam agrupar suas operações em projetos, obras ou contratos. Isto é fundamental para controle da perfomance das operações.  Mas será que contratos ou projetos deveriam ser outro módulo ou sistema? Cada transação de compra e venda precisa ser conectada de forma natural e fluída a uma estrutura de projetos, mantendo a velocidade e produtividade.  Seu ERP atual consegue dar esta resposta sem burocratizar os controles?

 

4. Serviços exigem mais do que um ERP: 

Para empresas de serviços, o ERP ainda é o coração do negócio, mas não é suficiente para todos os processos empresariais. O ERP integrado com CRM e com redes sociais é base para a estrutura de processos de uma empresa de serviços moderna.  Seu ERP é monolítico ou permite a integração fácil ao comércio eletrônico e WEB 2.0?

 

5. Serviços exigem Inteligência: 

Diferentemente das análises mensais de resultado, as empresas de serviços precisam de “informação inteligente” on-line. Ou seja, os resultados de vendas de campanhas, por exemplo, precisam ser analisados todos os dias, toda hora, todo minuto, e não depender da apuração de resultados contábeis ou do fechamento do dia. Além disso, os BI (Business Inteligence) do passado, não atingiam todos os níveis hierárquicos das empresas. 

 

Para uma empresa de serviços moderna, isto é fatal, porque o desempenho é conquistado nas pontas, na área operacional. Painéis de controle precisam estar disponíveis para o CEO e para o gerente de compras e faturamento.  Seu ERP possui milhares de relatórios que ninguém sabe ao certo como utilizar? Ou possui centros de informação intuitivos para todos os níveis da empresa?

 

Estes questionamentos devem ser feitos no momento da aquisição de um novo sistema de gestão empresarial. As desenvolvedoras deste tipo plataforma já estão atentas a necessidade do mercado e trazendo módulos específicos para cada nicho de negócio. Para empresas de serviços, que estão se transformando e também mudando o mundo em que vivemos, já existe o ERP certo pode fazer a diferença e colocar a empresa alguns passos à frente da concorrência. Em serviços, isto pode ser o que falta para alcançar mais facilmente o sucesso.

 

Fonte: Baguete

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